Congresso

'Não existe Parlamento forte sem povo respeitado', diz Motta

Presidente da Câmara exalta democracia em sessão dos 200 anos da Casa

Em sessão solene que marcou os 200 anos da Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu o papel do Parlamento como instrumento direto da sociedade e reforçou o compromisso com a democracia. A cerimônia, realizada no plenário Ulysses Guimarães nesta quarta feira (6/5), reuniu autoridades dos Três Poderes.

Entre as autoridades presentes estavam o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o ministro Gilmar Mendes, o ex-presidente da República Michel Temer e o ministro da Defesa, José Múcio.

Ao abrir o discurso, Motta destacou o simbolismo de conduzir a Câmara em uma data histórica. “Inicio essas palavras ressaltando a honra de estar à frente da Câmara dos Deputados nesta data tão significativa para a história do país”, afirmou, ao lembrar a trajetória institucional da Casa desde a primeira legislatura, em 1826.

O presidente enfatizou que a essência do Parlamento permanece centrada no atendimento às demandas da população. Segundo ele, cada um dos 513 deputados tem a missão de transformar as necessidades do país em políticas públicas concretas. “Celebrar os 200 anos da Câmara dos Deputados é relembrar e reafirmar, antes de tudo, a razão da sua existência: servir ao povo brasileiro”, disse.

Ao longo da fala, Motta resgatou momentos históricos em que a Câmara participou de decisões centrais para o país, destacando o papel da instituição na consolidação democrática e na mediação de conflitos. Ele também reforçou a importância da Constituição de 1988 como guia permanente da atuação legislativa.

“O nosso compromisso é com o diálogo. O nosso papel é garantir que o debate público não seja um fim em si mesmo, mas um caminho para decisões que melhorem a vida das pessoas. Porque não existe Parlamento forte sem povo respeitado”, declarou.

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