ELEIÇÕES

"Nações democráticas dialogam, não interferem", diz Kássio Nunes

Ministro destacou que o Brasil recebe observadores internacionais para acompanhar a votação e atestar a segurança e integridade do pleito

 22/09/2026. Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil.  Brasilia - DF. Lançamento do movimento Violência política tem gênero no espaço Sepulveda Pertence no TSE. Kassio Nunes Marques presidente do TSE. -  (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)
22/09/2026. Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia - DF. Lançamento do movimento Violência política tem gênero no espaço Sepulveda Pertence no TSE. Kassio Nunes Marques presidente do TSE. - (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A.Press)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes, afirmou, nesta sexta-feira (02), que autoridades do Brasil estão em diálogo com nações democráticas do resto do mundo. Ele minimizou o risco de interferência dos Estados Unidos no pleito brasileiro, que ocorre no próximo domingo (04).

“É importante dizer que o Brasil e as demais nações democráticas do mundo, historicamente, trocam conhecimentos e contribuem mutuamente para o fortalecimento das democracias. Nações democráticas dialogam, não interferem. Já estão no Brasil os observadores das sete missões eleitorais internacionais que atuarão em diversos estados de forma independente”, afirmou o ministro, em declaração a jornalista Hariane Bittencourt, do SBT News.

A participação de observadores internacionais nas eleições brasileiras é histórica. Neste ano, estão no Brasil membros da Organização dos Estados Americanos (OEA), que acompanha a votação no Brasil há décadas, o Parlamento do Mercosul (Parlasul) e a União Europeia.

O TSE apresentará, no domingo, o sistema de votação no Brasil para representantes de mais de 25 países. Os observadores poderão acompanhar as votações, conhecer o sistema eletrônico de coleta de voto e se informar sobre as normas de segurança e integridade do pleito. “Nossa estratégia é oferecer informações claras e confiáveis sobre esses procedimentos sempre que necessário. É assim que define a Constituição”, disse Nunes.

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O ministro destacou que nestas eleições as duas últimas pessoas a votar em cada sessão serão convidadas a acompanhar o fechamento da urna e o encerramento da coleta do voto, para testemunhas a integridade. “Nesta eleição, por exemplo, convidaremos os dois últimos eleitores que irão votar a acompanhar o encerramento da sessão eleitoral. Serão centenas de milhares de pessoas que poderão atestar que depois delas ninguém mais votou naquela sessão”, afirmou.

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postado em 02/10/2026 16:40 / atualizado em 02/10/2026 16:40
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