
Um dos principais assessores e estrategistas do presidente da Argentina, Javier Milei, Santiago Caputo teria sido peça importante no processo de fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos, entre essa terça (27/10) e quarta-feira (28/10). Segundo informações do diário argentino Clarín, o assessor ajudou o senador e a família a embarcar rumo à América do Norte.
Conforme noticiou o jornal, Caputo viajou a Porto Iguaçu (Puerto Iguazú), cidade argentina ligada a Foz do Iguaçu, no Paraná. O ex-candidato à presidência foi ao local junto da família, onde embarcaria num voo privado.
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Depois de cruzarem a fronteira Brasil-Argentina de forma terrestre, partiram na madrugada da quarta rumo a Guayaquil, no Equador, para abastecimento. Em seguida, foram a Miami, na Flórida. Por lá, pousaram no período da manhã.
O Clarín afirmou que, segundo fontes da Casa Rosada, sede do governo argentino, Caputo monitorou a viagem de Flávio e família "do começo ao fim", além de manter contato frequente com a empresa encarregada do voo privado. A operação também contou com o envolvimento do governo norte-americano, segundo o jornal.
Flávio Bolsonaro foi, no último domingo (25/10), derrotado na disputa do segundo turno das eleições gerais de 2026 pela presidência da República. O candidato somou 59.826.041 votos (48,21% dos votos), contra 64.256.232 votos (51,79%) de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista irá para o quarto mandato.
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