A fruta foi, ao longo dos séculos, usada como alimento e também como remédio, com as folhas e flores utilizadas para tratar diversas condições.
Entre elas, distúrbios gastrointestinais, respiratórios, problemas cardíacos, gripe, febre e até mesmo para auxiliar no parto e tratar enjoos matinais.
A framboesa é nativa da Ásia Menor e norte da Europa. Atualmente, ela faz parte da cultura de diversas regiões, como no próprio Velho Continente, Estados Unidos e Canadá.
A framboesa também ganhou significados simbólicos, como na Idade Média, onde foi associada a vinhos rosados e adocicados devido à semelhança de cor e sabor.
Ela apresenta diferentes variedades, com algumas sendo mais resistentes a condições climáticas, como o inverno. Assim, existem principalmente dois tipos deste fruto, considerando a coloração: vermelhas e pretas, com variações híbridas (amarelas e roxas).
É comum confundir a framboesa com a amora, devido à semelhança na aparência e cor, especialmente quando maduras. No entanto, a principal diferença está no interior. A primeira tem o centro oco, enquanto a segunda, tem o interior composto de polpa homogênea.
A framboesa se destaca por sua saborosa doçura e aroma característico, sendo utilizada em diversos produtos, como sucos, geleias, sorvetes e licores. Já as folhas deste fruto podem ser usadas no preparo de chás.
Faz parte da família Rubus idaeus, sendo fruto da framboeseira. Por possuir grande capacidade de propagação, a planta precisa ser desmanchada e as mudas transplantadas para outro local a cada três ou quatro anos, para que a concorrência entre os ramos não afete a produção.
O simbolismo da framboesa é complexo e varia dependendo do contexto cultural e da interpretação individual. Em geral, ela pode ser associada à fertilidade, paixão, coragem, vitalidade e transformação.
A saborosa fruta é rica em polifenóis, compostos bioativos com ação antioxidante e anti-inflamatória, que ajudam a diminuir os níveis de colesterol “ruim”, o LDL no sangue. Por este motivo, ajuda a evitar doenças cardíacas, como aterosclerose, infarto, trombose ou AVC.
Essa fruta também fornece ótimas quantidades de fibras que desaceleram o esvaziamento do estômago e ajudam a aumentar a saciedade e reduzir a fome.
Além disso, as antocianinas atuam como agentes antiobesidade e ajudam, assim, a alterar o metabolismo das gorduras. Isso diminui a inflamação, aumenta o gasto energético e favorece a oxidação da gordura acumulada.
Ela é rica em polifenóis que melhoram a circulação sanguínea, reduzem o stress oxidativo e a inflamação no cérebro. Algo que ajuda a melhorar a concentração e a memória, além de prevenir o surgimento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.
O consumo regular de framboesa previne a formação de radicais livres e reduz a inflamação no corpo, por ser rica em polifenóis e outros compostos bioativos que inibem a proliferação de células tumorais.
É uma frutinha vermelha azedinha com um leve dulçor que combina perfeitamente com sobremesas, drinks e panquecas. Uma excelente opção para calor, podendo ser consumida gelada ou como complemento de doces.
Segundo alguns chefes de cozinha, ao adicionar uma pequena quantidade de bicarbonato, equilibra-se a acidez da framboesa, algo que permite ressaltar toda a doçura natural da fruta sem ter que colocar muito açúcar na formação da geleia.