O termo se popularizou no Brasil a partir de uma marca comercia. Porém, com o tempo passou a ser usado de forma genérica para se referir ao processo de envernizamento do piso de madeira com resinas sintéticas.
Na prática, “passar sinteco” tornou-se sinônimo de renovar pisos desgastados, devolvendo-lhes aparência uniforme e brilho característico. O processo tradicional envolve etapas bem definidas.
Primeiro, o piso é lixado para remover imperfeições, riscos e resíduos de aplicações anteriores. Em seguida, são feitas correções pontuais, como o preenchimento de frestas.
Por fim, aplica-se o verniz, que pode ser à base de solvente ou água, em várias demãos, formando uma camada protetora resistente ao tráfego e à ação do tempo. O resultado é um acabamento liso, geralmente brilhante, que valoriza a estética da madeira.
Apesar de ainda ser amplamente conhecido, o “sinteco” como produto específico evoluiu ao longo dos anos. Hoje, o mercado oferece diversas alternativas mais modernas e menos agressivas, como vernizes à base d’água, que têm odor mais suave, secagem mais rápida e menor impacto ambiental.