Ainda segundo a companhia, 'mobilidade não se refere à velocidade ou à novidade; trata-se de acesso — permitindo que os moradores vivenciem o mundo sem a necessidade de mudança, mantendo, ao mesmo tempo, um local fixo para morar e trabalhar'.
Mais de três décadas após sua apresentação, o projeto continua enfrentando obstáculos significativos. Diferentemente de um navio convencional, o Freedom Ship precisaria operar como uma comunidade permanente, o que exigiria sistemas complexos de geração de energia, tratamento de água, coleta de resíduos e produção ou armazenamento de alimentos.
Outro ponto interessante envolve a questão jurídica: por permanecer em águas internacionais, surgem dúvidas sobre qual legislação seria aplicada aos moradores, empresas e visitantes. Aspectos como cidadania, segurança pública, sistema tributário e resolução de conflitos em uma estrutura que não pertence a nenhum país específico também são um mistério.