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Monarquia mais antiga do mundo: Japão aprova reforma da família imperial, mas mantém veto a mulheres no trono


Esses parentes poderão voltar a integrar oficialmente a Casa Imperial, e seus futuros descendentes homens também terão direito à sucessão. Outra mudança importante permite que princesas mantenham o título e a condição de membros da família imperial mesmo depois de se casarem com cidadãos comuns, algo que antes resultava automaticamente na saída da instituição.

Por Flipar
M?nh Ngô/Unsplash

No entanto, os filhos dessas uniões continuam excluídos da linha sucessória. A reforma busca ampliar o número de integrantes disponíveis para representar a monarquia em cerimônias, eventos oficiais e compromissos públicos, já que a família imperial reúne atualmente apenas 16 membros, dos quais somente cinco são homens.

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A medida representa a mudança mais significativa nas regras da monarquia desde o período pós-Guerra, mas preserva um dos pontos mais debatidos do sistema sucessório. Apesar das alterações, mulheres continuam impedidas de herdar o chamado Trono do Crisântemo, o que mantém a princesa Aiko, única filha do imperador Naruhito, fora da linha de sucessão.

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Pelas regras em vigor, o primeiro sucessor é o príncipe Fumihito, irmão mais novo do imperador, seguido por seu filho, o príncipe Hisahito. O terceiro na ordem de sucessão é o tio de Naruhito, de 90 anos, o que evidencia a limitação da atual linha hereditária.

Reprodução/Nippon Television News Japan

Caso Hisahito não tenha um filho homem, a sucessão ficará sem novos herdeiros elegíveis segundo a legislação vigente. Embora o Japão tenha sido governado por oito imperatrizes ao longo de sua história, as leis modernas restringem o trono exclusivamente aos descendentes masculinos pela linhagem paterna.

Reprodução/South China Morning Post