Gato preto – A superstição diz que cruzar com um gato preto pode trazer azar, crença associada a antigas tradições europeias que relacionavam esses animais à bruxaria e a maus presságios. Em outros lugares, porém, como Reino Unido e Japão, o gato preto pode representar boa sorte e prosperidade.
Espada-de-são-jorge – Considerada por muitos um símbolo de proteção, é comum encontrá-la perto da entrada de casas e estabelecimentos. Segundo a crença popular, a planta ajuda a afastar o mau-olhado, a inveja e as energias negativas, protegendo o ambiente.
Bater três vezes na madeira – Segundo a superstição, dar três batidas na madeira ajuda a afastar o azar e impedir que algo ruim mencionado se concretize. O conhecido “toc-toc-toc” costuma surgir logo após alguém falar sobre uma situação negativa ou que não deseja que aconteça
Bolsa no chão – Segundo a superstição, deixar bolsas ou mochilas diretamente no chão pode trazer prejuízos financeiros ou fazer o dinheiro “ir embora”. Para evitar o azar, a tradição recomenda mantê-las sobre cadeiras, mesas ou outros lugares elevados.
Chinelo virado – Uma conhecida superstição brasileira diz que deixar o chinelo de cabeça para baixo, com a sola para cima, traz azar e pode até causar a morte da mãe. A crença atravessa gerações e faz muita gente desvirar o calçado imediatamente, mesmo sem acreditar nela.
Elefante da fortuna – Segundo uma crença popular, ter uma miniatura de elefante em casa ajuda a atrair sorte e prosperidade. Uma das versões da superstição recomenda posicionar o animal com a tromba erguida e as costas voltadas para a porta de entrada, para favorecer a boa fortuna.
Cuidado com as escadas – Uma das superstições mais conhecidas diz que passar por baixo de uma escada traz azar. Uma das explicações para a origem da crença está no triângulo formado pela escada apoiada na parede, figura que ganhou diferentes significados religiosos e simbólicos ao longo da história.
Varrer os pés – Segundo uma conhecida superstição, quem tiver os pés varridos acidentalmente por outra pessoa corre o risco de nunca se casar. A crença atravessa gerações e transforma um simples descuido durante a limpeza da casa em sinal de azar na vida amorosa.
Orelha quente – Segundo uma conhecida superstição, quando a orelha esquenta ou começa a arder de repente, é sinal de que alguém está falando mal da pessoa. Algumas versões da crença ainda diferenciam a orelha direita da esquerda, atribuindo a cada lado um significado.
Viisitas desejáveis e indesejáveis – Segundo a superstição, colocar uma vassoura atrás da porta ajuda a fazer uma visita indesejada ir embora. Já quando se deseja que alguém volte outras vezes, a crença recomenda que o próprio anfitrião abra a porta na hora da despedida.
Brinde sem mau agouro – Segundo a superstição, brindar com o copo vazio pode atrair má sorte. Outra crença ligada ao ritual recomenda olhar nos olhos das outras pessoas ao encostar os copos e, em seguida, tomar um gole da bebida para completar o brinde
O número 13 – Cercado de superstições, o 13 desperta sentimentos opostos: enquanto algumas pessoas o associam ao azar e evitam situações ligadas a ele, outras o consideram um número de sorte. A fama negativa se torna ainda mais forte quando o dia 13 cai em uma sexta-feira
Sexta-feira 13 – Cercada de mistério, a data é considerada por muitos um dia de azar. A superstição combina antigas crenças negativas relacionadas à sexta-feira e ao número 13, embora sua origem exata seja incerta. Até hoje, há quem evite decisões importantes ou redobre os cuidados nesse dia.
Abrir o guarda-chuva dentro de casa – Segundo uma antiga superstição, abrir um guarda-chuva em ambiente fechado atrai azar para a casa e seus moradores. A origem da crença é incerta, mas uma das explicações está relacionada ao risco que antigos modelos ofereciam quando abertos em espaços pequenos.
Quebrar o espelho – Segundo uma das superstições mais conhecidas, quebrar um espelho traz sete anos de azar. A crença tem raízes antigas e foi associada à ideia de que a imagem refletida representava algo ligado à própria pessoa e que sua quebra seria sinal de infortúnio.
Noivo ver a noiva antes da cerimônia – Segundo uma antiga superstição, dá azar o noivo ver a noiva vestida para o casamento antes da cerimônia. A tradição costuma ser relacionada à época dos casamentos arranjados, quando se evitava que o noivo visse a futura esposa e desistisse da união.
São Longuinho – Ao perder algum objeto, muitos brasileiros recorrem à conhecida promessa: “São Longuinho, São Longuinho, se eu achar [o objeto], dou três pulinhos”. Segundo a tradição popular, os pulinhos devem ser dados como agradecimento depois que aquilo que estava perdido for encontrado.
**Comer aves na virada do ano – Segundo a superstição, comer aves como frango ou peru na ceia de Réveillon pode trazer retrocessos no ano que começa. A crença vem do hábito desses animais de ciscar para trás, movimento associado simbolicamente a atraso ou falta de progresso