Sua carapaça rosada e os pelos claros ajudam a explicar o curioso apelido de “fada-rosa”. Segundo o governo de Mendoza, o pequeno mamífero passa quase toda a vida sob a terra, escavando túneis em solos arenosos. De hábitos noturnos, alimenta-se principalmente de formigas, larvas e outros pequenos invertebrados.
Autoridades ambientais destacaram a importância do avistamento. Segundo Ignacio Haudet, diretor de Biodiversidade e Ecoparque de Mendoza, cada novo registro demonstra que o ecossistema continua funcionando e oferecendo condições para a sobrevivência da espécie. E, falando em tatus...
Os tatus costumam ser animais solitários, de hábitos noturnos e excelentes escavadores. A alimentação varia conforme a espécie, podendo incluir insetos, vermes, pequenos vertebrados, frutos e outros materiais vegetais. Essa dieta diversificada ajuda esses mamíferos a sobreviver em diferentes ambientes.
A característica mais marcante dos tatus é a carapaça, formada por placas ósseas recobertas por queratina. Em muitas espécies, faixas flexíveis permitem a movimentação do corpo sem comprometer essa proteção. A estrutura funciona como uma defesa contra predadores e impactos, mas não torna o animal completamente invulnerável.
A expectativa de vida varia conforme a espécie, e alguns tatus podem ultrapassar 20 anos em cativeiro. Apesar do corpo robusto, muitos nadam bem e alguns conseguem até atravessar cursos d’água. Como possuem visão pouco desenvolvida, orientam-se principalmente pelo olfato aguçado e pela audição.
Ao cavar tocas e procurar alimento, os tatus revolvem e arejam o solo, favorecendo a infiltração de água e a circulação de nutrientes. As cavidades abandonadas também podem servir de abrigo para outros animais. Por isso, eles desempenham um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas.
Embora algumas espécies sejam relativamente comuns, outras enfrentam ameaças como desmatamento, queimadas, atropelamentos e caça. A perda e a fragmentação dos ambientes naturais reduzem as áreas disponíveis para alimentação e reprodução. Preservar seus habitats é fundamental para garantir a sobrevivência desses animais.