Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Curiosidades

Qual a idade certa para alfabetização infantil? O que diz a ciência

Por Lara
15/06/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

A alfabetização infantil é um tema que gera muitas dúvidas entre pais e educadores, especialmente sobre a idade ideal para a criança aprender a ler e escrever. Em meio a debates e políticas públicas, como o programa “Criança Alfabetizada”, a ciência mostra que não existe uma idade exata, mas sim uma fase do desenvolvimento em que o cérebro está mais preparado para esse processo.

O processo de alfabetização não começa no dia em que a criança pega um lápis para escrever a primeira letra. Ele é construído muito antes, em uma fase conhecida como letramento. É neste período, que vai desde o nascimento até por volta dos cinco anos, que as bases para o sucesso futuro são estabelecidas.

Leia Também

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

11/08/2026
Como agir em uma situação de refém: orientações de especialistas

Como agir em uma situação de refém: orientações de especialistas

11/08/2026
Baratas em casa? Veja o que atrai o inseto e 5 dicas para se livrar dela

Baratas em casa? Veja o que atrai o inseto e 5 dicas para se livrar dela

10/08/2026
Lixo espacial: quais os perigos de foguetes e satélites colidirem?

Lixo espacial: quais os perigos de foguetes e satélites colidirem?

05/08/2026

Nessa etapa, o fundamental é o contato lúdico com o universo das palavras. Ouvir histórias, manusear livros, cantar canções e brincar com rimas são atividades que desenvolvem a consciência fonológica, ou seja, a capacidade de perceber os sons que formam as palavras. Esse é um dos pilares mais importantes para a futura decodificação de letras em sons.

Quando a alfabetização infantil formal deve começar?

A maior parte das diretrizes pedagógicas e neurocientíficas indica que a instrução formal da leitura e da escrita deve se intensificar entre os seis e os sete anos. Nessa fase, o cérebro infantil atinge um nível de maturação que facilita a compreensão de símbolos abstratos, como as letras, e a conexão entre eles para formar palavras.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que orienta a educação no Brasil, estabelece que o processo de alfabetização deve ser consolidado até o final do 2º ano do ensino fundamental, quando as crianças têm, em média, sete anos. Forçar uma criança a ler e a escrever antes que ela demonstre estar pronta pode gerar frustração e ansiedade, prejudicando sua relação com o aprendizado.

O mais importante é observar os sinais individuais de prontidão, que podem variar de uma criança para outra. Entre os principais indicadores de que ela está preparada para o próximo passo, estão:

  • Curiosidade com a escrita: perguntar o que está escrito em placas ou embalagens.
  • Reconhecimento de letras: identificar letras do próprio nome ou outras que vê com frequência.
  • Noção de direção da leitura: entender que se lê da esquerda para a direita e de cima para baixo.
  • Relação entre som e letra: começar a associar que a letra “B” tem o som de /b/, por exemplo.

Respeitar o ritmo de cada um e oferecer um ambiente rico em estímulos positivos é o caminho mais eficaz para formar um leitor competente e apaixonado pelos livros. A alfabetização é uma maratona, e não uma corrida de curta distância.

Tags: alfabetização infantilalfabetizaralfabetizar uma criançaCriançasCuriosidadesidade certa
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

11/08/2026
Quer estudar na África? Veja programas de intercâmbio para brasileiros

Quer estudar na África? Veja programas de intercâmbio para brasileiros

11/08/2026
O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Golpe do Pix: como funciona o mecanismo para reaver o dinheiro e o que muda nas regras

11/08/2026
Ressocialização de ex-presos: desafios e caminhos possíveis

Ressocialização de ex-presos: desafios e caminhos possíveis

11/08/2026
Terremoto de 7,4 na Colômbia deixa mais de 100 mortos; brasileiros relatam pânico

Por que o terremoto da Colômbia durou tanto tempo: a ciência explica

11/08/2026
Aplicativos de astrologia crescem e criam novo mercado digital no Brasil

Aplicativos de astrologia crescem e criam novo mercado digital no Brasil

11/08/2026
  • Sample Page
Sem resultado
Veja todos os resultados