Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Aqui
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Curiosidades

Pneu de avião estourando: o que pode causar o incidente e qual o risco

Por Lara
26/06/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / klemsy

Créditos: depositphotos.com / klemsy

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

O estouro de pneus em dois aviões Boeing 737 MAX 8 da Singapore Airlines, no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur (Malásia), em um intervalo de poucos dias em junho de 2026, acendeu um alerta sobre a segurança e a manutenção dessas peças. Embora o problema com pneu de avião pareça alarmante, esse tipo de incidente é previsto na aviação e raramente representa um risco grave para o voo, graças a uma série de mecanismos de segurança.

Os pneus de uma aeronave são projetados para suportar condições extremas, incluindo altas velocidades, peso de dezenas de toneladas e variações bruscas de temperatura. Contudo, diversas situações podem levar a uma falha. Entender as causas ajuda a dimensionar o problema e a compreender por que os protocolos de segurança são tão rigorosos.

Leia Também

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

11/08/2026
Como agir em uma situação de refém: orientações de especialistas

Como agir em uma situação de refém: orientações de especialistas

11/08/2026
Baratas em casa? Veja o que atrai o inseto e 5 dicas para se livrar dela

Baratas em casa? Veja o que atrai o inseto e 5 dicas para se livrar dela

10/08/2026
Lixo espacial: quais os perigos de foguetes e satélites colidirem?

Lixo espacial: quais os perigos de foguetes e satélites colidirem?

05/08/2026

O que pode causar o estouro de um pneu de avião?

Diferentes fatores, isolados ou combinados, podem resultar no estouro de um pneu durante as operações de pouso ou decolagem. As causas mais comuns são:

  • Desgaste excessivo: assim como em um carro, o uso contínuo causa o desgaste da borracha. Inspeções rigorosas são feitas para garantir a troca antes que o limite de segurança seja atingido.
  • Calibragem incorreta: tanto a pressão abaixo quanto acima do ideal compromete a estrutura do pneu. A baixa pressão causa superaquecimento, enquanto a alta pressão aumenta o estresse sobre a carcaça.
  • Altas temperaturas: um asfalto muito quente eleva a temperatura e a pressão interna do pneu, aumentando a chance de falha, especialmente durante o taxiamento e a decolagem.
  • Objetos na pista: detritos, como pedras ou peças metálicas, podem causar cortes ou perfurações que levam ao esvaziamento súbito.
  • Falhas no sistema de freio: o superaquecimento dos freios pode transferir calor excessivo para as rodas e pneus, comprometendo sua integridade estrutural.

Qual o verdadeiro risco para os passageiros?

O risco para a segurança do voo é considerado baixo. As aeronaves comerciais são equipadas com múltiplos pneus em cada trem de pouso, garantindo que a falha de um deles não comprometa a capacidade de suportar o peso do avião. Se um pneu estoura, os demais distribuem a carga.

Além disso, os pneus possuem um dispositivo de segurança chamado “plugue térmico fusível”. Esse componente derrete quando a temperatura atinge um nível crítico, permitindo que o pneu esvazie de forma controlada, em vez de explodir violentamente. Isso reduz o risco de danos à fuselagem, às asas e aos motores.

Os pilotos são extensivamente treinados em simuladores para lidar com esse tipo de ocorrência. Eles sabem como controlar a aeronave durante um pouso ou decolagem com um pneu avariado. Incidentes consecutivos, como os ocorridos com a Singapore Airlines, geralmente levam a uma investigação para verificar se há uma causa comum, como um lote de pneus com defeito ou condições específicas da pista.

Tags: Curiosidadesestourandoincidentepneu de avião
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

5 cursos para quem sonha em trabalhar com aviação (e não é piloto)

11/08/2026
Quer estudar na África? Veja programas de intercâmbio para brasileiros

Quer estudar na África? Veja programas de intercâmbio para brasileiros

11/08/2026
O Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, mas sua popularidade também atraiu a atenção de criminosos. Com a agilidade das transferências, os golpes se tornaram mais rápidos e eficientes, exigindo atenção redobrada dos usuários. Entender como essas fraudes funcionam é o primeiro passo para não se tornar uma vítima. As abordagens dos golpistas são variadas e exploram a engenharia social, técnica que manipula a vítima para que ela mesma forneça informações ou realize a transação. Em um cenário de crescente debate sobre a segurança de sistemas financeiros, proteger os dados pessoais e financeiros tornou-se uma prioridade. Os golpes mais comuns do Pix Conhecer as táticas utilizadas pelos criminosos ajuda a identificar uma tentativa de fraude antes que o prejuízo aconteça. Abaixo, listamos os cinco esquemas mais recorrentes aplicados atualmente no país. Perfil falso no WhatsApp: o golpista usa a foto de um amigo ou familiar e entra em contato pedindo uma transferência urgente. Ele inventa uma desculpa, como ter trocado de número ou estar com problemas para acessar o próprio aplicativo do banco. Falsa central de atendimento: a vítima recebe uma ligação ou mensagem de alguém que se passa por funcionário do banco. O criminoso alega haver um problema na conta e solicita dados ou a realização de um “procedimento de segurança”, que na verdade é uma transferência para o golpista. Bug do Pix: criminosos espalham em redes sociais a notícia de uma suposta falha no sistema que permite dobrar o dinheiro enviado para uma chave específica. Obviamente, a chave pertence ao fraudador, e o valor transferido não é devolvido. QR Code falso: em sites de compra, doações ou até mesmo em estabelecimentos físicos, golpistas substituem o QR Code verdadeiro por um falso. O pagador acredita estar transferindo para a empresa ou pessoa certa, mas o dinheiro vai para outra conta. Robô do Pix: promessas de lucro fácil com supostos robôs de investimento que operam via Pix. A vítima é convencida a transferir um valor inicial para “ativar” o sistema, mas o retorno prometido nunca chega e o contato desaparece. Como se proteger e evitar prejuízos Adotar algumas práticas simples de segurança reduz drasticamente o risco de cair em armadilhas. A principal dica é sempre agir com calma e desconfiança diante de qualquer solicitação financeira inesperada. Confirme os dados do recebedor: antes de finalizar qualquer transação, verifique com atenção o nome completo, CPF e instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Se algo parecer estranho, não conclua a operação. Não clique em links suspeitos: evite acessar links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens que prometem promoções, prêmios ou atualizações cadastrais. Sempre utilize os canais oficiais do seu banco. Cuidado com pedidos de conhecidos: se um amigo ou parente pedir dinheiro pelo WhatsApp, ligue para a pessoa em seu número antigo para confirmar a história. A chance de o número ter sido clonado ou de ser um perfil falso é grande. Ative a autenticação em duas etapas: habilite essa camada extra de segurança em seu aplicativo de mensagens e em outros apps sensíveis. Isso dificulta o acesso de invasores mesmo que eles tenham sua senha. Defina limites para transações: configure limites diários e noturnos para suas transferências via Pix no aplicativo do seu banco. Essa medida ajuda a controlar eventuais perdas em caso de fraude ou coação. Verifique o extrato (para vendedores): Se você está vendendo algo, não confie apenas no comprovante enviado pelo cliente, que pode ser falso. Sempre acesse sua conta para confirmar que o valor do Pix foi efetivamente creditado antes de entregar o produto ou serviço. Caso você se torne vítima de um golpe, é fundamental agir com rapidez. Contate seu banco imediatamente para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Esse procedimento permite que o banco da vítima notifique a instituição do golpista para bloquear os recursos. Quanto mais rápido o contato for feito, maiores as chances de reaver o dinheiro. Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Golpe do Pix: como funciona o mecanismo para reaver o dinheiro e o que muda nas regras

11/08/2026
Ressocialização de ex-presos: desafios e caminhos possíveis

Ressocialização de ex-presos: desafios e caminhos possíveis

11/08/2026
Terremoto de 7,4 na Colômbia deixa mais de 100 mortos; brasileiros relatam pânico

Por que o terremoto da Colômbia durou tanto tempo: a ciência explica

11/08/2026
Aplicativos de astrologia crescem e criam novo mercado digital no Brasil

Aplicativos de astrologia crescem e criam novo mercado digital no Brasil

11/08/2026
  • Sample Page
Sem resultado
Veja todos os resultados