Comandar uma seleção na Copa do Mundo de 2026 representa o auge do prestígio e da pressão no futebol. Para os técnicos de elite, a posição vem acompanhada de um salário anual milionário, que reflete a expectativa de nações inteiras por um resultado histórico. Os valores demonstram o alto investimento das federações para garantir um comando experiente à beira do campo.
A lista dos mais bem pagos é dominada por treinadores de seleções europeias e sul-americanas, tradicionais favoritas ao título. Neste ano, o ranking é liderado por Carlo Ancelotti, que assumiu o Brasil com a missão de conquistar o hexacampeonato. A diferença entre os salários do topo e da base da lista ultrapassa os 7 milhões de euros anuais, evidenciando as distintas realidades financeiras das confederações.
Os valores abaixo são estimativas anuais, baseadas em relatórios da imprensa esportiva internacional, e não incluem bônus por desempenho ou premiações por títulos. Confira o ranking:
- Carlo Ancelotti (Brasil): cerca de 9,5 milhões de euros
- Thomas Tuchel (Inglaterra): aproximadamente 5,9 milhões de euros
- Julian Nagelsmann (Alemanha): em torno de 4,9 milhões de euros
- Didier Deschamps (França): cerca de 4,2 milhões de euros
- Lionel Scaloni (Argentina): aproximadamente 3,5 milhões de euros
- Luis de la Fuente (Espanha): em torno de 3 milhões de euros
- Luciano Spalletti (Itália): cerca de 2,8 milhões de euros
- Roberto Martínez (Portugal): aproximadamente 2,5 milhões de euros
- Gregg Berhalter (Estados Unidos): em torno de 2,2 milhões de euros
- Hajime Moriyasu (Japão): cerca de 1,8 milhão de euros
O ranking mostra uma valorização de técnicos que obtiveram sucesso recente. Lionel Scaloni, por exemplo, viu seu salário aumentar significativamente após levar a Argentina ao seu terceiro título mundial na edição de 2022. Naquela ocasião, seu salário não figurava entre os mais altos, provando que o investimento financeiro, embora importante, não é o único fator para a glória.
O mesmo pode ser dito sobre Walid Regragui, que comandou a seleção do Marrocos em uma campanha histórica até a semifinal de 2022 com uma remuneração modesta. Para a Copa de 2026, a pressão recai sobre os nomes do topo da lista, como Ancelotti e Tuchel, que carregam a responsabilidade de transformar o alto investimento em resultados dentro de campo.










