Mais de 20 anos se passaram desde que a seleção brasileira conquistou o pentacampeonato mundial no Japão e na Coreia do Sul. A vitória histórica marcou uma geração, e a curiosidade sobre o destino dos heróis daquela campanha de 2002 continua em alta, com muitos deles seguindo caminhos diversos, dentro e fora do esporte.
Vários protagonistas daquela equipe continuam diretamente ligados ao futebol, mas em novas funções. O ex-goleiro Rogério Ceni, por exemplo, consolidou uma carreira de sucesso como treinador, passando por grandes clubes brasileiros. Outros, como os laterais Cafu e Roberto Carlos, tornaram-se embaixadores globais de entidades como a Fifa e de seus antigos clubes, marcando presença constante em eventos internacionais.
Negócios e novos campos
Ronaldo Nazário, o “Fenômeno” e artilheiro daquela Copa, trilhou um caminho de sucesso como empresário. Após um período como sócio majoritário da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cruzeiro e proprietário do Real Valladolid, na Espanha, ele vendeu sua participação em ambos os clubes, encerrando um ciclo na gestão esportiva. Sua atuação como figura pública e comentarista o mantém em evidência no cenário mundial.
O goleiro Marcos, um dos grandes nomes da conquista, optou por um rumo diferente. Longe dos gramados e dos cargos de gestão, ele se tornou empresário e lançou sua própria marca de cerveja artesanal. Ativo nas redes sociais, ele frequentemente comenta sobre futebol, especialmente sobre o Palmeiras, clube onde é ídolo.
Lendas em atividade
Outros craques daquele elenco continuam encantando os fãs em partidas festivas e como figuras públicas. Kaká, eleito melhor do mundo em 2007, dedica-se a projetos pessoais e participa de cursos de gestão, além de atuar como embaixador de marcas globais. Ronaldinho Gaúcho, por sua vez, viaja o mundo participando de jogos de lendas e eventos promocionais, mantendo sua imagem de “Bruxo” sempre viva.
Veja o que fazem outros campeões do penta:
- Rivaldo: O camisa 10 daquela seleção mora nos Estados Unidos e participa de jogos comemorativos, além de gerenciar a carreira do filho, Rivaldinho, que também é jogador.
- Gilberto Silva: Após a aposentadoria, tornou-se diretor técnico em clubes como o Panathinaikos, da Grécia, e hoje atua como consultor de atletas e palestrante.
- Lúcio: O zagueiro encerrou sua longa carreira em 2020 e, desde então, tem se dedicado à família, com participações esporádicas em eventos esportivos.
- Edmílson: Fundou uma instituição beneficente, a Fundação Edmílson, e também atua como embaixador do Barcelona e da liga francesa de futebol.










