Com o alistamento militar voluntário para mulheres aberto para a turma de 2026, o serviço militar feminino exige preparo físico das candidatas que desejam ingressar nas Forças Armadas. Durante a etapa de Seleção Complementar, a avaliação do condicionamento é eliminatória e busca garantir que as futuras militares tenham resistência suficiente para enfrentar as atividades da rotina na caserna.
O Teste de Aptidão Física (TAF) é composto por exercícios que medem força, capacidade cardiorrespiratória e agilidade. Os critérios específicos e os índices mínimos são definidos por cada Força Armada e podem variar conforme o edital de cada processo seletivo. Por isso, é fundamental que as candidatas consultem a documentação oficial da unidade para a qual foram convocadas para conhecer as exigências exatas.
Quais testes físicos são aplicados no serviço militar feminino?
Embora os testes possam variar, a avaliação física geralmente inclui exercícios que avaliam diferentes capacidades. As candidatas precisam atingir o desempenho mínimo estabelecido pela Força Armada à qual se candidataram para serem consideradas aptas. Entre as modalidades comumente aplicadas estão:
- Corrida: Teste de resistência aeróbica em que a candidata deve percorrer uma distância determinada em um tempo máximo, ou a maior distância possível em um tempo fixo, como 12 minutos.
- Flexão de braços: Mede a força dos membros superiores. O número mínimo de repetições e a forma de execução (com ou sem apoio dos joelhos no solo) são definidos no edital de cada concurso.
- Abdominal: Verifica a força e a resistência da musculatura abdominal. O teste geralmente exige a execução de um número mínimo de repetições dentro de um tempo limite, seguindo o padrão definido pela banca avaliadora.
A recomendação principal é iniciar o treinamento com antecedência, idealmente alguns meses antes da data prevista para a seleção. Construir o condicionamento físico de forma gradual reduz o risco de lesões e aumenta as chances de sucesso.
Uma rotina de treinos de três a quatro vezes por semana permite uma evolução consistente. É importante mesclar atividades aeróbicas, como corrida, ciclismo ou natação, com exercícios de força, como musculação ou calistenia, que usa o peso do próprio corpo.
Para a corrida, o ideal é focar em aumentar a distância percorrida progressivamente. Já para os exercícios de força, como flexão e abdominal, o segredo é a prática constante, buscando aprimorar a técnica e aumentar o número de repetições aos poucos.
Aprender a execução correta de cada movimento é fundamental não apenas para evitar contusões, mas também para garantir que as repetições sejam validadas pelos avaliadores no dia do teste. Buscar orientação de um profissional de educação física pode ajudar a montar um plano de treino seguro e eficiente.








