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Os 7 erros mais comuns ao declarar o Imposto de Renda: fuja deles

Por Eduardo
19/03/2026
Em Economia
Pague menos imposto ou aumente sua restituição de forma legal; conheça os gastos com saúde, educação e até aluguel que podem ser abatidos

Pague menos imposto ou aumente sua restituição de forma legal; conheça os gastos com saúde, educação e até aluguel que podem ser abatidos (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 começa no dia 23 de março e vai até 29 de maio e, com ele, a preocupação de milhares de brasileiros em não cair na malha fina. Muitas vezes, o que leva um contribuinte a ter problemas com a Receita Federal não são grandes fraudes, mas pequenos descuidos que poderiam ser facilmente evitados.

Preencher todas as informações com atenção é o primeiro passo para uma declaração tranquila. Detalhes como a omissão de uma fonte de renda ou um erro de digitação podem gerar pendências e multas.

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Conhecer as falhas mais comuns ajuda a se precaver e a garantir que tudo seja entregue corretamente. Além disso, ter problemas com a Receita Federal não são grandes fraudes, mas pequenos descuidos que poderiam ser facilmente evitados.

Erros frequentes no preenchimento do Imposto de Renda

Omitir rendimentos: um dos erros mais graves é esquecer de declarar todas as fontes de renda. Além do salário, é preciso informar valores recebidos de aluguéis, pensões, trabalhos como autônomo e até mesmo rendimentos de aplicações financeiras. A Receita cruza informações de diversas fontes.

Informar dados errados de dependentes: incluir um dependente que já teve renda acima do limite de isenção no ano anterior é uma falha comum. Também é obrigatório declarar qualquer rendimento que o dependente tenha recebido, como uma bolsa de estágio ou pensão alimentícia.

Lançar despesas médicas incorretas: gastos com saúde são dedutíveis, mas precisam de comprovação. Não se pode declarar despesas que foram reembolsadas pelo plano de saúde, por exemplo. Além disso, procedimentos estéticos ou gastos com farmácia geralmente não são aceitos.

Esquecer os rendimentos de aplicações: saldos de poupança, Tesouro Direto ou fundos de investimento precisam ser declarados, mesmo os isentos. Os bancos e corretoras disponibilizam os informes de rendimentos com todos os valores detalhados, facilitando o preenchimento.

Confundir PGBL com VGBL: os planos de previdência privada têm regras diferentes. Portanto, as contribuições em um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) podem ser deduzidas da base de cálculo, até o limite de 12% da renda bruta, para quem opta pelo modelo completo da declaração. Já o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não permite essa dedução.

Não atualizar o valor dos bens: é preciso declarar imóveis, veículos e outros bens, mas o valor a ser informado é sempre o de aquisição, e não o valor de mercado atual. Atualizar esse valor só é permitido caso tenham sido realizadas benfeitorias comprovadas com nota fiscal.

Erros de digitação: por fim, um simples erro ao digitar um número ou uma vírgula no lugar errado pode alterar completamente os valores da declaração. Revisar todos os campos com calma antes de enviar o documento é fundamental para evitar a malha fina por um descuido.

Tags: economiaimposto de rendaIRPF
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