INVESTIGAÇÃO

Corpo de corretora desaparecida desde dezembro é encontrado em Goiás

Mulher estava desaparecida desde dezembro de 2025; investigações apontam homicídio, segundo a Polícia Civil de Goiás

O corpo da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, que estava desaparecida desde dezembro de 2025 foi encontrado em uma área de mata em Caldas Novas, no sul de Goiás. Ao Correio, a Polícia Civil confirmou, nesta quarta-feira (28/1), a prisão de dois suspeitos investigados por envolvimento no caso. Segundo o g1, os presos são o síndico do prédio onde Daiane morava e o filho dele.

De acordo com as autoridades, a localização do corpo ocorreu após o avanço das investigações conduzidas por uma força-tarefa formada pelo Grupo de Investigação de Homicídios de Caldas Novas (19ª DRP), pelo Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) e pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

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Polícia Civil do Estado do Goiás - Corpo de corretora de imovéis desaparecida em Caldas Novas é encontrado em área de mata da região

A vítima havia sido vista pela última vez em dezembro do ano passado, quando familiares e amigos registraram o desaparecimento. Desde então, diligências vinham sendo realizadas para apurar as circunstâncias do sumiço e identificar possíveis responsáveis.

Veja o vídeo de um dos momentos da prisão:

A polícia trabalha agora para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e o grau de participação de cada suspeito. As investigações seguem em andamento, e outras informações devem ser divulgadas ainda hoje.

Na sexta-feira (16/1) a Polícia Civil havia informado que o caso, inicialmente registrado como desapareciimento, passaria a ser apurado pelo Grupo Especial de Investigação de Homicídios. A corporação também apontou que realiza uma força-tarefa, com diligências, oitivas, análises técnicas e outras medidas investigativas.

O caso ganhou repercussão pelas circunstâncias do desaparecimento, pois a moradora teria se deslocado ao subsolo do edifício por causa de interrupção no fornecimento de energia. Além disso, teria histórico de conflitos com o síndico.

Daiane movia uma ação judicial contra o condomínio desde o ano passado. Ela e o síndico chegaram a participar de uma audiência de conciliação virtual em outubro do ano passado, mas não houve acordo.

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