ENFRENTAMENTO AO FEMINICÍDIO

Artistas participam de lançamento de pacto contra o feminicídio

Cerimônia ocorreu no Planalto com presença de Lula, Janja e autoridades; personalidades do rap e da dramaturgia também participaram do ato em apoio a causa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja posam ao lado dos artistas Ebony, Leona Cavalli, Paula Lavigne, Bruno Garcia e Zezé Polessa durante a cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, nesta quarta-feira (4), no Palácio do Planalto, em Brasília -  (crédito: Divulgação)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja posam ao lado dos artistas Ebony, Leona Cavalli, Paula Lavigne, Bruno Garcia e Zezé Polessa durante a cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, nesta quarta-feira (4), no Palácio do Planalto, em Brasília - (crédito: Divulgação)

Aristas da área da música e artes cênicas participaram na última quarta-feira (4/2) da cerimônia de lançamento do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de autoridades dos Três Poderes.

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A cerimônia reuniu a rapper Ebony, a empresária Paula Lavigne e atores conhecidos do público como Leona Cavalli, Bruno Garcia e Zezé Polessa. No encontro, foi apresentada a campanha nacional de enfrentamento do feminicídio.

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Convidada para representar a cultura e a periferia no espaço institucional, a rapper Ebony participou do lançamento levando a perspectiva do hip-hop e a vivência de uma mulher negra. A artista destacou a importância da escuta de grupos diretamente afetados pela violência de gênero e pela misoginia.

“O feminicídio nada mais é do que o último estágio de um problema que começa na criação dos meninos. O hip-hop é um gênero sobre revolução e protesto, então não poderíamos ficar de fora do debate”, disse Ebony em entrevista à GloboNews.

Durante a cerimônia, a rapper ressaltou o papel da cultura no debate sobre o feminicídio e a necessidade de discutir as raízes estruturais da violência. Por fim, destacou o hip-hop como um movimento historicamente associado à denúncia social e à mobilização política.

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postado em 05/02/2026 14:22
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