PF investiga fraudes na saúde em Macapá; prefeito é afastado
STF determinou buscas em três estados; investigação apura suspeita de fraude em obras do Hospital Geral de Macapá
Segundo a PF, há indícios de participação de agentes públicos e empresários em um esquema voltado ao direcionameninvestigato da licitação - (crédito: Divulgação/Polícia Federal)
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4/3), a segunda fase da Operação Paroxismo sobre um esquema de fraude à licitação relacionado a contrato firmado pela Secretaria Municipal de Saúde de Macapá. Segundo a PF, há indícios de participação de agentes públicos e empresários em um esquema voltado ao direcionameninvestigato da licitação, ao desvio de recursos públicos e à lavagem de dinheiro no projeto de engenharia e na execução das obras do Hospital Geral Municipal da capital amapaense.
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Ao todo, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá (AP), Belém (PA) e Natal (RN). As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou o afastamento de servidores públicos de seus cargos por 60 dias.
De acordo com o G1, entre os afastados estão o prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), o vice-prefeito, Mário Neto (Podemos), a secretária municipal de Saúde, Erica Aymoré, e o presidente da Comissão Permanente de Licitação da prefeitura.
A investigação apura suspeitas de irregularidades na licitação para execução das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá. O contrato sob análise foi firmado pela Secretaria Municipal de Saúde do município.