Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Curiosidades

Jovem compra seu primeiro carro por R$ 32 mil em um feirão, tenta contratar um seguro veicular e recebe a recusa de três seguradoras porque o veículo tem passagem por leilão de grande monta

Por Daniely Cardoso
07/08/2026
Em Curiosidades
Após anos economizando parte do salário mensal, Lucas encontrou em um feirão de automóveis a oportunidade de conquistar sua autonomia de transporte.

Após anos economizando parte do salário mensal, Lucas encontrou em um feirão de automóveis a oportunidade de conquistar sua autonomia de transporte.

O jovem Lucas investiu R$ 32 mil guardados durante anos para adquirir seu primeiro automóvel em um feirão, mas teve o seguro recusado carro leilão por três seguradoras após a compra. A recusa revelou que o veículo possuía histórico de grande monta ocultado pela concessionária.

Como surgiu o sonho do primeiro carro no feirão?

Após anos economizando parte do salário mensal, Lucas encontrou em um feirão de automóveis a oportunidade de conquistar sua autonomia de transporte. O veículo hatch parecia em perfeitas condições estéticas e contava com baixa quilometragem no painel.

A loja garantiu a procedência do bem e assinou o contrato de venda sem mencionar qualquer sinistro anterior. O empenho do jovem para reunir os recursos representava a realização de um projeto pessoal planejado em detalhes, respaldado pelas normas de direito do consumidor.

Após anos economizando parte do salário mensal, Lucas encontrou em um feirão de automóveis a oportunidade de conquistar sua autonomia de transporte.

Leia também: Proprietário despeja 15 caminhões de terra para nivelar o lote em relação à rua, usa o muro simples de alvenaria do vizinho como contenção sem fazer estrutura de arrimo e o muro cede sob a pressão da terra molhada após a primeira chuva forte.

O que aconteceu quando as seguradoras negaram a apólice?

A empolgação com a aquisição durou poucas semanas, até o momento em que o proprietário buscou proteção patrimonial para o bem. Ao solicitar cotações, três empresas especializadas negaram a emissão da apólice de forma definitiva.

A pesquisa detalhada do histórico veicular apontou que o automóvel havia passado por leilão de grande monta após um acidente grave no passado. Com a recusa formal em mãos, o comprador retornou ao estabelecimento e ouviu do gerente que a responsabilidade pela checagem prévia cabia ao cliente.

Leia Também

Jovem casal gasta R$ 50 mil para construir uma laje na casa da avó com autorização verbal, a idosa falece e os tios exigem a demolição da estrutura para vender o imóvel no inventário

Jovem casal gasta R$ 50 mil para construir uma laje na casa da avó com autorização verbal, a idosa falece e os tios exigem a demolição da estrutura para vender o imóvel no inventário

07/08/2026
Mulher constrói edícula nos fundos do terreno da sogra, investe R$ 120 mil economizados em 6 anos de casamento e, após o divórcio, é expulsa do local; ela descobre na Justiça que construções em terreno alheio pertencem ao dono da terra, restando apenas o direito de indenização se provar a boa-fé

Mulher constrói edícula nos fundos do terreno da sogra, investe R$ 120 mil economizados em 6 anos de casamento e, após o divórcio, é expulsa do local; ela descobre na Justiça que construções em terreno alheio pertencem ao dono da terra, restando apenas o direito de indenização se provar a boa-fé

07/08/2026
Dona de casa compra frigideira de marca por R$ 180, o cabo plástico derrete e solta fumaça tóxica durante o uso em boca de fogão convencional e a fabricante joga a culpa na chama alta; ela exige a devolução do dinheiro com base no CDC por falha de segurança do produto.

Dona de casa compra frigideira de marca por R$ 180, o cabo plástico derrete e solta fumaça tóxica durante o uso em boca de fogão convencional e a fabricante joga a culpa na chama alta; ela exige a devolução do dinheiro com base no CDC por falha de segurança do produto.

02/08/2026
Casal investe R$ 890 em conjunto de panelas anunciado com revestimento de granito de alta durabilidade, o material começa a soltar lascas pretas nos alimentos na segunda semana de uso e a fabricante alega “uso de utensílio inadequado”

Casal investe R$ 890 em conjunto de panelas anunciado com revestimento de granito de alta durabilidade, o material começa a soltar lascas pretas nos alimentos na segunda semana de uso e a fabricante alega “uso de utensílio inadequado”

01/08/2026

O que o Código de Defesa do Consumidor diz sobre omitir o histórico de leilão?

A alegação da concessionária contraria frontalmente a legislação vigente no país. O Código de Defesa do Consumidor estabelece que a transparência é dever obrigatório do fornecedor em qualquer relação comercial.

De acordo com o artigo 6º, inciso III, da Lei 8.078/1990, o comprador tem direito à informação adequada e clara sobre os produtos, com especificação correta de suas características e riscos. Omitir a passagem por leilão configura vício de informação e gera o dever de reparar os danos causados.

As normas de proteção ao comprador não existem para burocratizar o comércio de veículos usados.

Por que as regras sobre o dever de informação existem no mercado?

As normas de proteção ao comprador não existem para burocratizar o comércio de veículos usados. Elas foram criadas porque a assimetria de informações entre lojas e clientes colocava o consumidor em extrema desvantagem, expondo famílias a prejuízos financeiros severos e riscos viários.

Além das regras de consumo, o Código Civil brasileiro reforça em seu artigo 186 que aquele que causa dano a outrem por ação ou omissão comete ato ilícito. A lei garante o reequilíbrio da relação, impedindo que comércios lucrem escondendo dados cruciais sobre a segurança do produto.

Quais são os direitos de quem descobre o leilão após a compra?

Quando a loja esconde o passado de sinistro do automóvel, o comprador prejudicado pode acionar o Poder Judiciário para exigir o cumprimento das garantias legais. A norma protege o orçamento das famílias contra práticas abusivas do mercado usado.

As penalidades impostas ao comerciante pela falha na prestação do serviço e o descumprimento do dever de informação incluem:

01
Rescisão do contrato: devolução imediata do valor total pago, atualizado monetariamente.
02
Abatimento do preço: readequação do valor cobrado à desvalorização real do bem no mercado.
03
Indenização por danos morais: ressarcimento pelo transtorno e frustração decorrentes da omissão de informação essencial.

O que muda quando comparamos a atitude de Lucas com o caminho legal?

A diferença entre a compra efetuada por Lucas e uma aquisição juridicamente protegida não está na boa-fé do jovem, mas nos cuidados contratuais exigidos pelo mercado.

A comparação entre a transação informal e o procedimento respaldado pela legislação fica clara na tabela:

EtapaO que Lucas fezO que a lei exige
Consulta préviaConfiava na palavra do vendedorEmissão de laudo cautelar completo
Contrato de compraAssinou sem cláusula de procedênciaDeclaração expressa sobre histórico de sinistro
Cotação de seguroBuscou proteção após a transferênciaConsulta de aceitabilidade prévia na seguradora
Recusa da apóliceDescobriu a grande monta sozinhoNotificação formal da loja por vício oculto
Ação reparatóriaEnfrentou resistência informal da lojaPedido judicial de rescisão e indenização

O que se aprende com a história de Lucas?

A história de Lucas é fictícia, mas a dor de cabeça e o prejuízo financeiro que ela retrata atingem milhares de motoristas no Brasil. A dedicação para economizar os R$ 32 mil não era o problema. O erro esteve em confiar apenas na palavra do comerciante sem exigir a documentação detalhada do bem.

Quem realmente quer comprar um carro usado precisa seguir esse roteiro: emitir um laudo cautelar em empresa credenciada antes da assinatura, simular a aceitação do seguro com o número do chassi e exigir que a procedência conste por escrito no contrato. É um caminho mais lento do que fechar o negócio no impulso do feirão. Mas é o procedimento que protege o patrimônio e garante a devida reparação judicial contra a omissão de informações.

Tags: cdcindenizaçãoLeilãoseguro veicular
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados