Os donos da Comunidade Terapêutica Liberte-se, um coordenador e uma monitora da unidade do Paranoá foram presos pela polícia nesta quinta-feira (18/9). Os responsáveis estão sendo investigados por homicídio doloso, cárcere privado e prescrição de medicamentos sem autorização.
A clínica é a mesma que, no dia 31 de agosto, matou cinco pessoas e feriu outras 11 pessoas. No momento em que o fogo começou, por volta das 3h da manhã, 20 internos estavam dentro do cômodo. Segundo relatos de internos sobreviventes, o local não tinha equipamentos necessários para conter o incêndio, além disso, as portas e janelas do quarto que pegou fogo, estavam trancados no momento da tragédia.
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