
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), cumpriu nesta segunda-feira (30/3) sua primeira agenda oficial à frente do governo com o lançamento do programa GDF na sua porta, no Itapoã. Durante o evento, foram assinadas 17 ordens de serviços para a região administrativa. Celina destacou o caráter simbólico do momento e associou a nova fase a uma trajetória pessoal marcada pela fé.
Ao apresentar a iniciativa, Celina Leão afirmou que o programa busca aproximar o governo da população e acelerar soluções nas regiões administrativas. “É o governo indo até as cidades, fazendo diagnóstico, ouvindo e entregando”, explicou.
Segundo ela, as ordens de serviço incluem a criação de uma unidade básica de saúde na região. “Com cerca de um mês de reforma, já teremos uma UBS funcionando, que é uma demanda antiga da população”, garantiu. A governadora também anunciou medidas como a ampliação de linhas de ônibus e reforçou que as equipes permanecerão no local para acompanhar as demandas. “Nós não viemos para passear. Viemos para entregar, entregar de verdade”, afirmou.
A chefe do Executivo ressaltou que pretende adotar uma gestão próxima e baseada no contato direto com a população. “Vamos estar aqui ouvindo, mas muito mais do que ouvir, tomando providências”, disse. Ela também destacou que o início do governo será marcado por decisões difíceis na área fiscal. “O orçamento está muito ajustado, e será preciso fazer cortes para priorizar o que a população espera”, afirmou. Entre as prioridades, Celina citou saúde, educação, infraestrutura e transporte público. “O principal desafio é melhorar a saúde pública. A população vai perceber nosso monitoramento e nosso cuidado”, declarou.
Por fim, a governadora reforçou a confiança na própria trajetória e na equipe de governo para enfrentar os desafios da gestão. “Nada vence a força de trabalho de uma mulher determinada. Nenhuma dificuldade”, disse. Ela também afirmou que pretende intensificar o uso de tecnologia para acompanhar demandas da população em tempo real e garantir maior eficiência administrativa. “Vamos integrar mais o governo com o povo e ter esse contato direto. É assim que vamos trabalhar”, concluiu.

Cidades DF
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