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Assembleia do BRB aprova aumento de capital do banco

O aumento de capital será de até R$ 8,8 bilhões. Além da capitalização, foi homologado o nome do presidente Nelson Antônio de Souza para o Conselho de Administração

BRB aprova plano de aumento de capital em assembleia extraordinária
 -  (crédito: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília)
BRB aprova plano de aumento de capital em assembleia extraordinária - (crédito: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília)

O Banco de Brasília (BRB) aprovou, hoje, por meio de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), o limite de ações que o banco está autorizado a emitir, medida essencial para a recuperação da instituição após os prejuízos causados pela compra de carteiras de crédito podres do Banco Master.  Além do aumento, também foram homologados nomes para o Conselho de Administração. A assembleia aconteceu às 10h em formato virtual.

O aumento de capital será realizado por meio de emissão das novas ações, com preço fixado em R$ 5,36. Com isso, o capital do banco pode crescer em até R$ 8,8 bilhões, podendo chegar a R$ 11,161 bilhões.

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Na ocasião, foi discutida alteração no Estatuto Social do BRB. A proposta era que o limite de ações que o banco está autorizado a emitir cresça de 720 milhões para 2,5 bilhões. O aumento dará ao banco uma margem maior para captar recursos no mercado.

A assembleia homologou os nomes do presidente Nelson Antônio de Souza, de Joaquim Lima de Oliveira e de Sérgio Iunes Brito para o Conselho de Administração. Assim que assumiu a presidência, Nelson foi nomeado para o conselho até a próxima AGE, a qual o nome precisou ser submetido. Além disso, em virtude de cargos vagos, a assembleia também precisou aprovar os nomes de Joaquim e Sérgio.

Investimentos

A reunião acontece dois dias após o comunicado de que o banco fechou negócio com a empresa gestora de ativos independente, Quadra Capital, para a estruturação de um fundo de investimentos para a transferência de ativos recebidos do Master. A operação, no valor de R$ 15 bilhões, será composta por uma parcela à vista, de até R$ 4 bilhões, e outra remanescente de cotas subordinadas. 

 

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postado em 22/04/2026 12:05 / atualizado em 22/04/2026 12:11
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