
O gol da seleção japonesa trouxe uma mistura de sentimentos para uma mesa específica no Fausto & Manoel. A servidora pública Célia Miyajima, 55 anos, e a jornalista Kelly Sato, 42, comemoraram, evidenciando a forte ligação que possuem com as suas origens. As amigas acompanham a partida com o coração dividido entre a pátria onde nasceram e a cultura familiar.
Para Célia, que tem pais de ascendência japonesa, ver o futebol nipônico competitivo em uma fase eliminatória é motivo de orgulho. "O fato do Japão chegar nesta fase nos alegra e enche de expectativa", destaca.
Kelly, cujo pai é japonês, explica o motivo de sua torcida estar um pouco mais inclinada para os adversários nesta tarde. "Estou um pouco dividida porque minha mãe é brasileira e a família do meu pai é japonesa, mas tô torcendo muito pelo Japão, eles tão jogando muito bem", avalia a jornalista.
A torcida das amigas também entra na análise tática do confronto. Célia acredita que o talento individual do ataque brasileiro fará a diferença na busca pela virada. "O Brasil tem muito o jogo individual. O Vini consegue carregar a bola muito bem", avaliou a servidora, que projeta um placar de 2 a 1 para o Brasil.
Já Kelly aposta na organização tática do rival para segurar o resultado. "O Japão joga muito no coletivo. Acho que a equipe tá muito fechadinha, bem desenhada. Acho que com isso eles vão ganhar", rebate, prevendo um 2 a 1 a favor do Japão.
Em caso de vitória e classificação após o apito final, o vencedor deste confronto enfrentará nas oitavas de final quem passar no duelo entre Noruega e Costa do Marfim, marcado para esta terça-feira (30/6), às 14h.

Cidades DF
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