Copa do mundo

Rua vira símbolo da torcida em Planaltina, e família reúne parentes e amigos

Família Sales abriu as portas de casa, na Rua Brasil Rumo ao Hexa, em Planaltina (DF), para reunir amigos e familiares e manter viva a tradição de acompanhar os jogos da Seleção durante a Copa do Mundo

Brasil x Noruega -  (crédito: Luiz Fellipe/CB/D.A Press)
Brasil x Noruega - (crédito: Luiz Fellipe/CB/D.A Press)

A Rua Brasil Rumo ao Hexa, em Planaltina, ganhou um significado mais especial neste domingo (5/7). A família Salles reuniu amigos e parentes para acompanhar o confronto entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Entre bandeiras, camisas da Seleção e muitos palpites, a casa se transformou em uma arquibancada improvisada, mantendo uma tradição que atravessa gerações.

A tensão tomou conta da torcida durante o primeiro tempo. “Perdemos um pênalti, foi angustiante, mas no segundo tempo vamos dar a volta por cima e vamos vencer. Esse time joga muito na força. Vamos usar nossa habilidade e ganhar. Acho que o Rayan vai ser o herói da partida”, apostou Paulo Sérgio, de 56 anos.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O CORREIO BRAZILIENSE NOGoogle Discover IconGoogle Discover SIGA O CB NOGoogle Discover IconGoogle Discover

  • Lays Miranda
    Lays Miranda Luiz Fellipe/CB/D.A Press
  • Vanderlei Sales
    Vanderlei Sales Luiz Fellipe/CB/D.A Press
  • Paulo Sérgio
    Paulo Sérgio Luiz Fellipe/CB/D.A Press
  • Brasil x Noruega
    Brasil x Noruega Luiz Fellipe/CB/D.A Press

Para Lays Miranda, de 22 anos, o nervosismo faz parte do pacote de quem torce pela Seleção. “Foi tenso. Todo mundo sofreu. Cada lance era um desespero, mas brasileiro nasceu para sofrer. Vamos sofrer até o fim na expectativa de que o hexa venha.” Ela também deixou o palpite para a etapa final: “Com o Endrick, aumentou a expectativa, porque é daqui de Brasília.”

Mais do que acompanhar o jogo, a reunião representa uma tradição familiar. “Desde que me conheço por gente, a gente sempre se reúne aqui em casa. Não consigo lembrar de uma Copa que passei longe da minha família”, contou Lays.

Anfitrião da confraternização, Wanderlei Salles, de 57 anos, também manteve o otimismo. “Acredito que o Brasil vai ganhar. Meu palpite é 2 a 1, com gol do Vinícius Júnior. Fiquei bem tenso durante o jogo, mas agora é recuperar o coração e torcer pela vitória.”

O endereço combina com o sentimento dos moradores: durante a Copa do Mundo, a esperança pelo hexacampeonato une gerações em torno da mesma paixão pela amarelinha.

  • Google Discover Icon
postado em 05/07/2026 18:41
x