
A pré-candidata ao Senado Leila Barros (PDT) comentou sobre o cenário político no período pré-eleitoral de 2026. Durante o programa CB.Poder — parceria entre Correio e TV Brasília — desta terça-feira (7/7), ela detalhou os planos para a campanha. Sobre a chapa, ela afirmou que ainda não está definida. Às jornalistas Denise Rothenburg e Ana Maria Campos, Leila falou sobre os focos de sua campanha, como a proteção das mulheres e a continuidade de seus projetos, como a Lei anti-stalking.
Sobre a chapa para as eleições de 2026, a pré-candidata disse que "o PDT ainda está no processo de tratativas. Conversando com Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB) para construir uma ampla frente". Indo para a quarta disputa eleitoral, ela afirmou que "muito da política é decidido nos 45 do segundo tempo".
Leila destacou que um dos pontos mais importantes para a candidatura é continuar focando em seus projetos, sem se apegar a campos políticos específicos. “Eu consigo transitar muito entre todos os campos, apesar de estar inserida em um campo mais progressista, meu principal foco é o diálogo”, afirmou.
Para Leila, o mais importante é manter o campo progressista unido. "A divisão pode, sim, dificultar uma corrida eleitoral, possibilitando até um segundo turno, mas não inviabilizar a campanha. Não é bom que estejamos separados”, disse. "Eu tenho a expectativa que nós (PDT, PSB e PT) consigamos nos unir e caminhar juntos", acrescentou.
Com o fim da Copa do Mundo, pelo menos para o Brasil, Leila avaliou que o brasileiro irá começar a observar no ano eleitoral. “Essa é a minha previsão. As pessoas têm me perguntado muito sobre os resultados em pesquisa, mas esse não é o meu foco. Eu quero mostrar para os eleitores o meu trabalho”, disse.
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