A colisão entre um jet ski e uma lancha no Lago Paranoá, que resultou em ferimentos graves em uma das passageiras, pode ter sido provocada por um condutor que apresentava sinais de embriaguez. A moto aquática bateu em uma lancha do Batalhão de Policiamento Lacustre do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), que realizava patrulhamento náutico nas proximidades da Ponte JK.
Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o homem pilotava o jet ski em alta velocidade no final da tarde do dia 28 de junho. Com o impacto, a passageira que estava na garupa foi arremessada para fora da embarcação, bateu a cabeça e apresentou suspeita de traumatismo cranioencefálico (TCE).
Na lancha da PM, o policial militar que a pilotava também foi projetado para a frente, bateu as costas e precisou de atendimento médico. De acordo com a corporação, a Marinha do Brasil foi acionada para realizar a perícia náutica e os demais procedimentos administrativos.
Ainda segundo a PMDF, o condutor do jet ski apresentava sinais compatíveis com a ingestão de bebida alcoólica e foi solicitado pela Marinha a realizar o teste de alcoolemia. No entanto, ele se recusou a fazê-lo e foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).
As equipes identificaram lesões na cabeça e nas pernas do condutor, além de indícios de traumatismo cranioencefálico na passageira, que foi levada ao Hospital de Base. Os demais ocupantes que se feriram na colisão, assim como o policial que conduzia a lancha da corporação, também foram encaminhados para atendimento hospitalar.
O impacto destruiu o jet ski e danificou a lancha da PM no ponto de colisão entre as duas embarcações. Após ser examinada no Hospital de Base, a passageira recebeu alta no mesmo dia, depois de serem descartadas lesões mais graves.
