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Presidente da Caesb afirma que empresa trabalha para evitar prejuízos aos clientes

Durante a entrevista ao CB.Poder desta quinta-feira (16/7), Luís Antônio de Almeida Reis destacou os avanços da companhia para melhorar o atendimento e a prestação de serviços no DF

O presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Luís Antônio de Almeida Reis, comentou durante o CB.Poder — parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília — desta quinta-feira (16/7) sobre a evolução no sistema da empresa para evitar que clientes sejam cobrados indevidamente nas contas. Às jornalistas Samanta Sallum e Mila Ferreira, Reis apresentou a nova assistente virtual da companhia, Iná, que utiliza inteligência artificial para auxiliar os usuários.

Um dos temas abordados por ele foi a baixa taxa de erros na emissão de contas dos clientes. “Emitimos cerca de 10 milhões de contas por ano. O nosso número de reclamações não chega a mil. Entendemos a indignação quando o cliente recebe uma conta mais cara, mas trabalhamos muito para o número continuar reduzido”, afirmou. Segundo Reis, ao perceber um consumo muito maior do que o comum, a companhia retém a conta de forma automática para análise, evitando prejuízos ao cliente. 

Durante o programa, ele destacou o novo sistema de atendimento ao cliente da Caesb, a assistente virtual Iná, que utiliza inteligência artificial para auxiliar nas demandas da população. O sistema está no ar há pouco mais de três semanas. “O cliente pode conversar com a nossa IA para saber detalhes de consumo e da conta. Pode, por exemplo, emitir a segunda via de uma conta passada de forma muito mais fácil e acessível”, explicou.

O acesso à IA da Caesb pode ser feito no site da companhia, após o login com conta vinculada ao GovBR. Com o uso da plataforma, o cliente pode pedir o histórico da conta de água, avisar sobre interrupção no serviço, cancelar ordem de serviço e fazer denúncias, como de ligação clandestina. Segundo Reis, a iniciativa tem sido bem avaliada pelos clientes e realizou mais de 3,4 mil atendimentos.

Assista à entrevista completa:

 

 

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