
Propostas para educação e focona saúde mental das famílias são as propostas do candidato Rico Pinheiro (PRTB). Durante a sabatina,ele disse que o principal deve ser o atendimento de qualidade à população, incluindo melhorias urgentes no transporte público.
“Me apresento como um conservador. Sou um nacionalista. Sou mais de direita, mas isso não significa que eu não vá conversar com outros espectros. Quando alguém estiver na fila da UPA, ela não vai querer saber de qual lado o médico está”, afirmou.
Na mobilidade urbana, o candidato apontou a defasagem do planejamento da capital diante do crescimento populacional.De acordo com ele, esse é um dos principais gargalos que existem no DF, uma vez que boa parte da população passa horas esperando por um ônibus que, quando chega, não aparece com qualidade. “Metade da população depende de transporte público, o Entorno também utiliza e é um problema que precisamos resolver”, destacou Pinheiro.
Leia a cobertura completa da sabatina
- Celina Leão: "Resolver problemas com responsabilidade"
- José Roberto Arruda (PSD): "Volto para resgatar Brasília"
- Samara Mineiro (UP): Educação é uma das prioridades
- Robson Raymundo (PSTU): Conselho gestor para orçamento
- Ricardo Cappelli (PSB): "Choque de ordem na gestão"
- Elisson Ferreira (Agir): Governança com transparência
- Paula Belmonte (PSDB): "Por um governo participativo"
- Expedito Mendonça (PCO): Estatizações e ruptura com o sistema
- Rico Pinheiro (PRTB): "O transporte público precisa de solução"
- Kiko Caputo (Novo): "Privatização não é um tabu"
O candidato reafirmou desejo de realizar parcerias público-privadas, de conversar com investidores e construir um VLT deforma rápida.“Precisamos de outros mecanismos para que tudo isso se resolva. Com a frota atual, 3 mil ônibus não são suficientes”, acrescentou.
Ao abordar a economia e a situação financeira do Distrito Federal, Rico Pinheiro tratou da liquidez do Banco de Brasília (BRB) e do fomento ao setor produtivo. “Temos que encontrar a melhor saída para que não usemos o fundo garantidor. O BRB já estava em uma escalada para ser um banco nacional. Hoje,a melhor opção seria o empréstimo. Estamos vivendo um momento crítico”, detalhou.
Na avaliação deRico, há mais de 200 mil empresas na capital que precisam ser fomentadas de alguma maneira. Segundo ele, isso ajudaria a gerar emprego e renda. “O dinheiro do BRB poderia ajudar, tirando as pessoas do desemprego e da falta de oportunidade. Precisamos fortalecer os comerciantes e ambulantes”, complementou.
Ao avaliar a eficácia do sistema público de saúde atual, Pinheiro cobrou responsabilidades do Poder Executivo e argumentou que as deficiências nos atendimentos não decorrem da falta de profissionais, mas de falhas administrativas. “É um problemado governo Ibaneis e Celina, porque hoje temos pessoas morrendo na fila. Hoje, no DF, há um contingente de 19 mil médicos. Não se trata de problema profissional,e sim, problema de gestão. Precisamos fazer concurso público, mas precisamos organizar a gestão”.
A sabatina também abordou pautas sociais, como a valorização da terceira idade e a crise na saúdemental. Rico criticou o isolamento dos idosos e falou sobre a necessidade de acolher aqueles que,por vezes, caem no esquecimento.“Admiro a cultura asiática, porque eles fazem culto à experiência e ao legado das gerações que vêm depois deles. Aqui, no Brasil, temos uma repulsa, como se fossem uma figura decorativa.
Ele também defendeu a integração por meio do esporte e lazer: “Queremos incluir essas pessoas em diversas atividades, para que possam interagir com os demais. Criar esse ambiente vai fazer comque eles tenham mais qualidade de vida”, reforçou.

Cidades DF
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