Insegurança

Família denuncia tiros em casa próxima à Academia Nacional de Polícia

Segundo os moradores, a residência foi atingida ao menos duas vezes, e os projéteis deixaram marcas no telhado, no forro e em placas solares

As balas perfuraram o telhado e alcançaram também o interior da residência, causando danos. Academia é o berço de formação dos policiais federais em Brasília -  (crédito: Material cedido ao Correio)
As balas perfuraram o telhado e alcançaram também o interior da residência, causando danos. Academia é o berço de formação dos policiais federais em Brasília - (crédito: Material cedido ao Correio)

Uma família do Núcleo Rural do Córrego Gerivais, no Lago Norte, está buscando um posicionamento das autoridades policiais depois de ter a residência atingida, ao menos duas vezes, por balas perdidas. Residindo a cerca de 1,7 km, em linha reta, da Academia Nacional de Polícia (ANP) — berço da formação dos policiais federais em Brasília —, os moradores se preocupam com o risco e com a possibilidade de que os tiros estejam sendo disparados durante os treinamentos da Academia.

Marcas de tiro no telhado, no forro e em placas solares denunciam o perigo. De acordo com a funcionária pública Isabela Yamamoto, 41 anos, na última sexta-feira (21/8), a casa onde ela vive com os dois filhos e o marido foi atingida pela segunda vez neste ano. A primeira vez aconteceu em maio, com os projéteis de arma de fogo danificando o telhado, o forro de gesso e uma placa solar da residência. "A nossa casa foi atingida por quatro disparos, um deles entrou no meu quarto", relatou.

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Ainda de acordo com Isabela, os tiros chegam em rajadas, assustando a família, que procurou a Polícia Federal e a Polícia Civil do Distrito Federal. Na ocasião, uma perícia foi realizada na residência, para identificar de onde as balas poderiam estar vindo, mas o resultado nunca foi informado aos moradores. "Fomos pessoalmente na Polícia Federal, fomos atendidos por um agente e entregamos o boletim de ocorrência, assim como o comunicado formal que fizemos pelo Fala.Br (plataforma de denúncias do governo federal)", relembra Isabela.

A reportagem procurou a assessoria da Polícia Federal, na segunda-feira (24/8), e aguarda um retorno. O espaço está aberto para esclarecimentos.

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postado em 25/08/2026 14:43 / atualizado em 25/08/2026 15:37
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