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Rico Pinheiro defende soluções para o BRB, saúde e educação no DF

Em sabatina, pré-candidato ao GDF pelo PRTB aponta falhas na gestão da saúde, propõe parcerias para ajudar no fomento do comércio local e cobra novo modelo educacional para resgatar jovens no DF

Durante sabatina realizada na manhã desta terça-feira (11/8), no Correio Braziliense, o pré-candidato Rico Pinheiro (PRTB) direcionou críticas ao atual Governo do Distrito Federal (GDF). Ao abordar a crise financeira e a liquidez do Banco de Brasília (BRB), ele defendeu alternativas por meio de acordos e gestão orçamentária. “Precisamos encontrar a melhor saída para que não usemos o fundo garantidor. O BRB já estava em uma escalada para ser um banco nacional. Hoje, a melhor opção seria o empréstimo”, completou. 

Ao analisar o sistema público de saúde, Rico Pinheiro cobrou responsabilidade do Poder Executivo e argumentou que os gargalos nos atendimentos não decorrem da falta de médicos, mas de falhas administrativas. "É um problema do governo Ibaneis e Celina, porque hoje temos pessoas morrendo em fila. Hoje, no DF há um contingente de 19 mil médicos. Não se trata de problema profissional, e sim problema de gestão. Precisamos fazer concurso público, mas precisamos organizar a gestão."

Na área econômica, o pré-candidato alertou para o impacto da inflação, a necessidade de atração de indústrias e ressaltou a importância de dar suporte aos empreendedores e trabalhadores informais. "Estamos vivendo um momento crítico. Temos que gerar emprego, gerar renda. Hoje o que a gente precisa fazer é que as mais de 200 mil empresas possam ser fomentadas de alguma forma. O dinheiro do BRB poderia ajudar, tirando as pessoas do desemprego e da falta de oportunidade. Precisamos fortalecer os comerciantes e ambulantes."

Por fim, ao tratar da evasão escolar e dos desafios da juventude, Rico Pinheiro falou sobre a modernização do ensino e ações direcionadas para evitar o abandono escolar. De acordo com o pré-candidato, é necessário atrair os mais novos para o mundo da tecnologia e da inteligência artificial, além de criar programas para que seus talentos e potenciais possam ser identificados da melhor maneira. 

“No Sol Nascente pode ter um gênio da tecnologia e a gente não sabe. Esses jovens precisam ser direcionados, essa juventude está sem orientação. A gente precisa, hoje, trazer esses jovens, falar sobre a grandeza que eles têm. Essa juventude é extremamente inteligente, mas acabam entrando nos jogos e nas drogas. Precisamos de projetos para que eles se identifiquem. Esse modelo de educação precisa mudar”, finalizou. 

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