
Durante ato político realizado nesta quarta-feira (16/9) em Ceilândia, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o candidato petista ao GDF, Leandro Grass, defendeu transformar Brasília em um polo de tecnologia, inovação e inteligência artificial, colocando como prioridade urgente a recuperação da rede pública de saúde.
Ao lado do chefe do Executivo nacional, Grass apontou a necessidade de fazer da capital federal uma referência em educação, saúde, segurança e mobilidade. Para o petista, o desenvolvimento local exige uma gestão perfeitamente integrada ao governo federal, superando o que considera gargalos da atual administração.
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“Não há por parte do governo Lula ou do PT nenhum ataque ao Fundo Constitucional. O governo anterior entregou o último ano com R$ 16 bilhões, enquanto o presidente Lula está repassando R$ 28 bilhões”, afirmou o candidato.
A crise na saúde foi outro ponto de forte cobrança. O candidato lembrou que o Distrito Federal amarga hoje o maior tempo de espera por exames e cirurgias do país. Ele defendeu que a solução para zerar as filas passa pela parceria com a União, destacando ações como o programa Agora Tem Especialista, a expansão do Mais Médicos e a criação de 13 novas residências médicas na região.
“Sabe o que a atual gestão está entregando? O último lugar no Ideb e o maior tempo de espera para exames e cirurgias em todo o país”, destacou o postulante ao ironizar o discurso da administração distrital.
No campo social e de infraestrutura, o candidato citou investimentos federais na capital, como o pagamento do Pé de Meia a 79 mil estudantes para evitar a evasão escolar, a construção de 24 mil moradias pelo Minha Casa, Minha Vida, o apoio ao metrô de Ceilândia e o financiamento de duas novas estações em Samambaia via BNDES.
A expansão do ensino público também ganhou espaço. Grass frisou o fortalecimento dos quatro campi da UnB e das dez unidades do Instituto Federal de Brasília (IFB), além de anunciar novas unidades do IFB em Sobradinho II e no Sol Nascente, somadas aos projetos da Universidade do Esporte e da Universidade Indígena.
Na segurança pública, rebateu críticas direcionadas à oposição e lembrou que os reajustes salariais das corporações locais — Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros — foram conquistados nas gestões do PT no governo federal.
“Eu compreendo qual é a dor do professor, do vigilante, do estudante e das famílias do DF que hoje sofrem com o abandono”, ressaltou o candidato ao defender a extensão do ensino em tempo integral.
Ao final, fez um duro contraponho à atual gestão do DF, denunciando a lanterna na oferta de escolas em tempo integral, o avanço da pobreza, a falta de combate à grilagem de terras e as recentes suspeitas de corrupção que envolvem a gestão do Banco de Brasília (BRB).
Cidades DF
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