
A governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP) defendeu o respeito às diferenças e a tolerância durante a missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, realizada na Esplanada dos Ministérios, nesta segunda-feira (12/10). Após a celebração, a chefe do Executivo local destacou a mensagem da homilia do cardeal e afirmou que o país precisa superar divisões entre pessoas com opiniões diferentes. “O verdadeiro amor aceita diferenças”, declarou Celina, ao comentar a celebração.
Para a candidata ao novo mandato no GDF, a mensagem religiosa reforça a importância de reconhecer que, apesar das divergências, as pessoas fazem parte de uma mesma sociedade. “Foi um momento importante para a comunidade católica. A homilia foi linda. O cardeal falou sobre a importância do respeito, da tolerância, de que nós somos um povo só. Na verdade, no final, somos todos irmãos”, afirmou.
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Celina também relacionou a mensagem à necessidade de evitar conflitos entre grupos com posicionamentos distintos. Segundo ela, a celebração proporcionou uma reflexão sobre o tipo de sociedade que as pessoas desejam construir e sobre o significado do amor diante das diferenças.
População em situação de rua
Além do tema religioso, a governadora comentou as políticas do Distrito Federal voltadas às pessoas em situação de rua. Celina afirmou que o governo ampliou a rede de acolhimento e pretende fortalecer parcerias com entidades religiosas que já atuam na assistência e na recuperação dessa população.
“Não é só acolher, tem que acolher e cuidar dessas pessoas”, declarou. Segundo a governadora, a proposta é oferecer condições para que as pessoas em situação de vulnerabilidade possam reconstruir suas vidas e encontrar alternativas para sair das ruas.
Celina também citou a transferência do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua, conhecido como Centro Pop, para uma estrutura reformada e com maior capacidade de atendimento. De acordo com ela, a mudança busca melhorar as condições de acolhimento e garantir um espaço mais adequado aos usuários.
A governadora rebateu interpretações de que a transferência representaria uma política de retirada dessas pessoas dos espaços públicos sem oferecer assistência. “O que nós estamos fazendo não é uma higienização social, é um acolhimento verdadeiro para cuidar dessas pessoas, para criar uma segunda oportunidade”, afirmou.
Ela acrescentou que o governo pretende ampliar o trabalho em parceria com instituições religiosas e outras entidades que oferecem apoio à população vulnerável. Celina também declarou que algumas pessoas atendidas pelos programas do governo conseguiram deixar as ruas.
Cidades DF
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