Eleições 2026

Celina diz que decreto sobre internação involuntária passa por ajustes

Governadora afirma que equipes de saúde estão sendo adaptadas para o atendimento e defende que pessoas com dependência química sejam encaminhadas a locais adequados, e não às UPAs

Celina Leão sobre coronéis presos no 8 de janeiro: "reintegrarei se forem anistiados"
 -  (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
Celina Leão sobre coronéis presos no 8 de janeiro: "reintegrarei se forem anistiados" - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

Celina Leão, governadora do DF e candidata à reeleição pelo PP, afirmou que alguns pontos do decreto que trata da internação involuntária de pessoas em situação de rua estão em ajustes. A declaração foi feita em sabatina do Correio Braziliense e da TV Brasília realizada com apoio da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) na tarde desta quarta-feira (14/10).

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A norma institui a ampliação da rede de acolhimento e da atuação integrada entre áreas como saúde, assistência social, habitação, segurança pública, educação e desenvolvimento social. No entanto, não define os locais exatos de destinação a essas pessoas. “O principal ajuste é levar para o lugar certo e não para a UPA, pois ela não é adequada a esse tipo de atendimento. Tudo o que é novo gera dificuldade no primeiro momento”, frisou.

Segundo Celina, as equipes de saúde estão sendo adaptadas a esse serviço. “Esse é um problema de saúde mental. Não só de segurança. Estamos falando de um dependente químico, que precisa ser tratado na saúde.”

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Ainda sobre saúde mental, prometeu empenhar esforços aos profissionais da segurança pública. Citou a construção do primeiro CAPS da Polícia Militar e a expansão da estrutura na Polícia Civil e no Corpo de Bombeiros. “O policial e o bombeiro só mexem com problema. Ninguém chega para dar um presente. Então, é necessário ter acolhimento. Será o nosso maior desafio.”

Segundo turno

Eleitores que não compareceram às urnas no dia 4 de outubro, ainda podem exercer o dever cívico do voto no segundo turno das eleições, que acontece dia 25 de outubro. Para votar, basta estar com o título de eleitor em situação regular, informação que pode ser verificada por meio do aplicativo e-Título ou pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na aba Autoatendimento eleitoral. O voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e facultativo para analfabetos, para quem tem entre 16 e 17 anos e para quem tem acima de 70.

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postado em 14/10/2026 14:41 / atualizado em 14/10/2026 15:03
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