
A candidata ao Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP), defendeu, durante um evento com empresárias em apoio à sua candidatura, que as instituições rompam a neutralidade diante de problemas sociais. “As instituições geralmente falam assim: ‘Nós somos apartidários’. Mas como ficar uma instituição apartidária no país que nós estamos vivendo?”, questionou. “Num país onde reina o analfabetismo, onde as mulheres são mortas e assassinadas todos os dias, onde, para empreender, você tem dificuldade e onde você vive a maior carga tributária do mundo. Não tem como se calar”, completou.
Celina agradeceu às representantes do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), ligado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que organizou o evento. A candidata destacou o apoio público das participantes, apesar das cobranças institucionais.
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“Não tem como se calar. Eu quero agradecer a vocês por terem quebrado o silêncio, terem nos apoiado e feito esse evento, reunindo outras mulheres que também quebraram o silêncio e estão aqui”, afirmou.
A candidata prometeu priorizar medidas de proteção social e ações voltadas às mulheres e ao empreendedorismo, caso seja eleita. “Você pode ter certeza de que o meu gabinete irá promover a legislação de proteção social. Nós temos compromisso com as nossas mulheres, com o empreendedorismo, para que aqui não seja só o melhor lugar para se nascer e para se viver menina e se viver mulher”, declarou.
Cidades DF
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