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Homem tentou pular grades do STF antes de ser preso

Em nota, Corte destacou que o sistema de monitoramento do edifício detectou possível invasão e acionou a polícia

O Supremo Tribunal Federal (STF) informou, por meio de nota, que o homem preso na noite desta quinta-feira (1°/10) após jogar uma mochila sobre uma parada de ônibus perto da Corte, também tentou pular as grades que cercam o edifício. O Esquadrão Antibombas foi acionado para realizar a avaliação e os procedimentos de segurança.

Não há interdição interna no prédio, mas a polícia orienta que quem sai do edifício mantenha distância do local. A via S1 foi totalmente isolada desde a Catedral.

Ed Alves/CB/D.A. Press -
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Rafaela Gonçalves/CB/D.A. Press -
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O trânsito na Esplanada dos Ministérios foi bloqueado. Por volta das 20h30, já não havia ministros na sede da Corte. O último a deixar o local após a sessão foi o ministro Edson Fachin.

Leia a nota do STF na íntegra:

"Um indivíduo, nas proximidades do ponto de ônibus localizado em frente ao Supremo Tribunal Federal, tentou pular as grades da Corte. A movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento do STF, sendo imediatamente acionadas a Polícia Militar e a Polícia Judicial.

Como ele arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para averiguação de possível artefato explosivo.

Neste momento, equipes da Polícia Militar e da Polícia Judicial encontram-se no local realizando os procedimentos necessários".

Histórico de violência

Em 13 de novembro de 2024, Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, natural de Santa Catarina, realizou um ataque na Praça dos Três Poderes. De acordo com testemunhas ouvidas pelo Correio, o homem morreu após arremessar um explosivo contra a Estátua da Justiça, em frente ao STF. Ele lançou duas bombas, mas acabou atingido por uma delas.

Ao menos duas explosões foram ouvidas na Praça dos Três Poderes, no centro de Brasília. Uma ocorreu em frente à sede do Supremo Tribunal Federal. O local foi imediatamente interditado pela Polícia Militar e pela segurança do STF.

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