
A ocorrência de ciclones na costa brasileira desperta a curiosidade de muitas pessoas sobre as diferenças entre os principais fenômenos meteorológicos. Embora os termos ciclone, furacão e tornado sejam frequentemente usados em noticiários, eles não significam a mesma coisa e possuem características distintas de formação, intensidade e duração.
Para começar, ciclone é o nome genérico dado a qualquer sistema de ventos que gira em torno de um centro de baixa pressão atmosférica. Essa rotação acontece no sentido horário no Hemisfério Sul e no sentido anti-horário no Hemisfério Norte. A partir dessa definição básica, os ciclones se dividem em duas categorias principais: tropicais e extratropicais.
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Os ciclones tropicais, como o nome sugere, se formam sobre as águas quentes dos oceanos em regiões tropicais. Eles são alimentados pela umidade e pelo calor do mar, podendo evoluir para tempestades muito mais intensas. É aqui que entram os furacões e os tufões.
O que é um furacão?
Um furacão nada mais é do que um ciclone tropical que atinge ventos sustentados acima de 119 km/h. A partir dessa velocidade, eles são classificados em cinco categorias na Escala Saffir-Simpson, que mede o potencial de destruição. O nome varia apenas conforme a localização: o termo "furacão" é usado para ciclones tropicais intensos que se formam no Oceano Atlântico e no nordeste do Pacífico. Se o mesmo fenômeno ocorrer no noroeste do Pacífico, ele é chamado de "tufão".
Esses sistemas são enormes, com centenas de quilômetros de diâmetro, e podem durar vários dias, causando chuvas torrenciais, ventos destrutivos e inundações costeiras. No Brasil, a formação de furacões é rara devido às temperaturas mais amenas do Atlântico Sul.
E qual a diferença para um tornado?
Já o tornado é um fenômeno completamente diferente. Trata-se de uma coluna de ar que gira de forma violenta, estendendo-se de uma nuvem de tempestade até a superfície da terra. Sua escala é muito menor que a de um furacão, geralmente com diâmetros que variam de dezenas a centenas de metros.
Apesar de menores, os tornados são extremamente destrutivos, com ventos que podem ultrapassar 400 km/h. Sua duração é curta, de poucos minutos a, no máximo, uma hora, e sua formação está quase sempre associada a tempestades severas sobre o continente. No Brasil, eles ocorrem com mais frequência na Região Sul, embora geralmente com menor intensidade do que os registrados nos Estados Unidos.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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