O ator Allan Souza Lima assina, ao lado de Cíntia Meirelles e da irmã Marie Henriqueta, carta-denúncia apresentada pela campanha #VozesPelaLiberdade, iniciativa da The Exodus Road Brasil em parceria com organizações do Marajó e com o Instituto Dom José Luís Azcona.
O texto surge em um momento em que Belém sedia a COP30, evento que projeta a Amazônia ao centro do debate internacional, mas que não tem conseguido ocultar a distância entre a retórica ambiental e o cotidiano do arquipélago.
Enquanto o país celebra compromissos climáticos, a miséria, a exploração sexual infantil e o tráfico de pessoas seguem corroendo a vida das comunidades marajoaras, perpetuando uma lógica de invisibilidade que atravessa gerações.
A carta afirma que não há justiça climática possível sem justiça social e aponta o Marajó como evidência desse descompasso. A região concentra três dos municípios com pior IDH do país e índices de violência sexual que desmentem qualquer narrativa de avanço.
O Ministério Público reconhece que a situação atual é resultado de décadas sem políticas públicas estruturadas e informa que vem fortalecendo a rede de proteção com fiscalizações e diálogo nas comunidades.
A denúncia, contudo, pressiona para que esse esforço se torne permanente e finalmente rompa o ciclo de abandono que resiste mesmo sob os refletores acesos pela conferência climática. Confira:
Saiba Mais
-
Mariana Morais Andressa Urach relembra como a religião a fez espancar o filho: 'Intolerante'
-
Mariana Morais Jô: Veja momento da prisão do ex-jogador do Corinthians no Rio
-
Mariana Morais Bruno Montaleone mergulha no submundo do luxo e da violência em "Domingo Sem Deus"
-
Mariana Morais Larissa Manoela processa gravadora após pais assinarem contrato na infância
-
Mariana Morais Modelo brasileira Juliana Nalú brilha em campanha internacional
-
Mariana Morais Andressa Urach expõe motivo de transformar filho em seu cinegrafista
