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Cantora morre aos 51 anos após câncer de mama se espalhar para o fígado

Karina Zeviani teve a morte confirmada pela prefeitura de sua cidade natal

Cantora morre aos 51 anos após câncer de mama se espalhar para o fígado -  (crédito: Reprodução/Instagram)
Cantora morre aos 51 anos após câncer de mama se espalhar para o fígado - (crédito: Reprodução/Instagram)

A morte de Karina Zeviani, aos 51 anos, encerrou uma trajetória marcada por trabalhos no exterior e uma passagem pelo "The Voice Brasil".

A cantora morreu nesta quinta-feira (1º), em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, enquanto tratava um câncer de mama diagnosticado havia dois anos. A informação foi confirmada pela Prefeitura de Jaboticabal, cidade onde ela nasceu.

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A doença havia avançado para o fígado nos últimos meses, agravando o quadro de saúde da artista.

Karina recebia acompanhamento da equipe do oncologista Antonio Carlos Buzaid e chegou a recorrer às redes sociais para organizar uma campanha de arrecadação destinada aos custos do tratamento.

Em abril de 2026, a cantora revelou aos seguidores que havia enfrentado uma grave crise sistêmica e precisado mudar o protocolo de quimioterapia.

Na ocasião, apesar da fragilidade física, ela afirmou que estava em recuperação e demonstrou confiança diante do tratamento.

A participação no "The Voice Brasil" aconteceu em 2020, quando Karina integrou o time de Carlinhos Brown.

Nas Audições às Cegas da nona temporada, ela interpretou "Sonhos", de Peninha, e conseguiu fazer Brown e Lulu Santos virarem as cadeiras. A cantora escolheu seguir na equipe de Brown, mas acabou deixando a competição na fase das Batalhas.

A relação de Karina com a música, porém, começou muito antes da televisão. Ainda jovem, ela trabalhou como modelo fotográfica e viveu na Europa.

Posteriormente, mudou-se para Nova York, onde passou a se apresentar no clube Nublu, no East Village. Foi nesse período que conheceu o percussionista brasileiro Mauro Refosco e teve seu trabalho apresentado a David Byrne, ex-integrante do Talking Heads.

A partir daí, a artista construiu uma carreira internacional. Em 2005, passou a integrar o Thievery Corporation, com o qual realizou apresentações em diferentes países. Três anos depois, entrou para o Nouvelle Vague, grupo francês conhecido pelas releituras de músicas do pós-punk e da new wave com elementos de bossa nova.

Depois de anos fora do país, Karina voltou ao Brasil e investiu na carreira solo. Em 2012, lançou o álbum "Amor Inventado", reunindo composições próprias e referências de sua trajetória musical. Em 2017, também lançou o projeto "Flor de Sal", em parceria com Micael Amarante.

Mesmo após o diagnóstico do câncer, a cantora continuou compartilhando atualizações sobre sua saúde.

Em um dos relatos publicados neste ano, contou que havia passado por um período em que mal conseguia se levantar sozinha e agradeceu pelo apoio recebido durante o tratamento.

O velório de Karina está previsto para esta sexta-feira (2), em Jaboticabal. As informações divulgadas pelas fontes consultadas indicam que a cerimônia ocorrerá no Complexo Terra Nossa, onde familiares, amigos e admiradores poderão prestar as últimas homenagens à artista

 

 

 

 

 

 

 

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MM
postado em 02/10/2026 09:03
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