
Em um mercado cada vez mais moldado pelas demandas digitais, a atriz Bárbara França dá um passo ousado em sua carreira ao integrar o elenco de Herdeira por direito, milionária por vingança, novela vertical do Globoplay. A produção aposta em episódios curtos, linguagem dinâmica e consumo otimizado para dispositivos móveis — uma aposta clara na transformação do audiovisual.
Na trama, a mineira de São Lourenço interpreta Selma, uma vilã intensa, ambiciosa e cheia de nuances. Em entrevista, a atriz de 33 anos detalhou os bastidores do projeto, os desafios do novo formato e como enxerga o futuro da dramaturgia. A produção marca o retorno de Barbara França aos Estúdios Globo desde Verão 90, de 2019.
O convite para integrar a novela, segundo Bárbara, chegou em um momento profissional propício para experimentações. "Fiquei muito feliz porque é um projeto totalmente alinhado com as novas formas de consumir entretenimento. As novelas verticais vêm crescendo muito e achei interessante fazer parte desse movimento que aproxima ainda mais a dramaturgia da linguagem digital e das redes sociais", conta a escorpiana.
O formato vertical exigiu uma adaptação na técnica interpretativa. "O ritmo é mais acelerado e a narrativa precisa prender a atenção muito rapidamente. Foi um desafio interessante entender como entregar emoção, tensão e verdade em episódios mais curtos e com uma linguagem pensada para o mobile", explica a atriz.
Questionada se acredita que o formato veio para ficar, a resposta é direta: "Acredito muito. O público mudou a maneira de consumir entretenimento. As novelas verticais conseguem manter emoção, romance e drama em episódios curtos, criando uma conexão muito imediata com quem está assistindo pelo celular".
Vilania com muitas camadas
Sobre Selma, a atriz não economiza entusiasmo. “Ela é uma personagem muito intensa. Passional, ambiciosa, inescrupulosa e faz qualquer coisa para conseguir o que quer. Ao mesmo tempo, tem camadas muito divertidas e humanas. Isso torna a construção muito rica como atriz.”
A dinâmica com Teodora, vivida por Alexandra Richter, promete ser um dos pontos altos da narrativa. “Existe uma parceria muito forte entre as personagens. A Teodora também é uma grande vilã, então as duas movimentam bastante a história. Tem muito conflito, estratégia e reviravolta”, adianta Bárbara, que contracena, ainda, com Pâmela Tomé, Maurício Destri, Ricardo Vianna e Guilhermina Libânio.
O formato vertical exigiu uma adaptação na técnica interpretativa. “O ritmo é mais acelerado e a narrativa precisa prender a atenção muito rapidamente. Foi um desafio interessante entender como entregar emoção, tensão e verdade em episódios mais curtos e com uma linguagem pensada para o mobile”, explica a atriz.
Questionada se acredita que o formato veio para ficar, a resposta é direta: “Acredito muito. O público mudou a maneira de consumir entretenimento. As novelas verticais conseguem manter emoção, romance e drama em episódios curtos, criando uma conexão muito imediata com quem está assistindo pelo celular”.
Renovação e versatilidade
Bárbara enxerga esse momento como uma fase de renovação. “Sempre gostei de experimentar formatos diferentes e me reinventar artisticamente. Fazer parte de um projeto como esse amplia muito minha visão sobre o futuro do audiovisual.”
Com uma trajetória que passou por novelas, séries e produções voltadas ao público jovem, a atriz elege a versatilidade como pilar de sua evolução. “Sempre busquei personagens diferentes entre si, tanto no drama quanto em produções mais populares. Isso me ajuda a crescer, entender novas linguagens e continuar conectada com diferentes públicos.”
Por fim, deixa o convite ao público: “Muita emoção, suspense, conflitos familiares e várias reviravoltas. É uma história intensa e envolvente, daquelas que prendem a atenção do começo ao fim.”

Diversão e Arte
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