
O ator Geoffrey Russell está de volta a ação interpretando o cientista Mark na segunda temporada da série Vermelho Sangue, que estreou no Globoplay. Na história, Mark, que inicialmente se apresenta como aliado de Carol, personagem de Heloísa Jorge, com o objetivo de encontrar uma cura para o gene de lobisomem, revela que está conspirando com Otto, interpretado por Rodrigo Lombardi, e a VPTech para usar esse gene em favor dos vampiros.
"É sempre um sonho trabalhar na Globo cercado por profissionais tão talentosos. Nessa nova temporada temos muitos personagens que se transformam em lobisomem ou vampiro, e é um tipo de história que gosto demais. Nesse momento a trama traz, além dos rostos já conhecidos, muitos novos personagens e muita ação. Acredito que todos vão gostar", diz Geoffrey.
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O britânico nascido em Surrey, no Reino Unido, inspirou-se em cientistas como Brian Cox, conhecido por explicar ciência de forma acessível, para construir seu personagem, buscando tornar o discurso técnico acessível e interessante. Além de Rodrigo Lombardi e Heloísa Jorge, o ator contracena também com os protagonistas jovens Letícia Vieira, Lucas Leto e Pedro Alves, além do veterano Milhem Cortaz, com quem faz uma cena de luta que ele destaca.
Sendo um amante do gênero terror e fantasia, Geoffrey se mostra entusiasmado com a oportunidade de integrar histórias que exploram as tensões psíquicas da imortalidade. "Há algo fascinante em ser eterno e no que isso traz psicologicamente. Acredito que muitas pessoas já sonharam em ser vampiros quando eram jovens", comenta.
Além da trama sobrenatural, o ator pode ser visto em outra produção que é sucesso do catálogo do Globoplay. Em Rio Connection ele vive um agente do governo norte americano "desmiolado" chamado Seymour L. Grayson, que tentava impedir o tráfico de heroína pelo Rio de Janeiro nos anos 1970, junto com os colegas norte-americanos Amanda Singleton (Arye Campos) e agente Peter Walsh (Brian Townes). "Foi baseado em uma história real e é muito interessante ver a frustração desses agentes de trabalhar em um país diferente, mas ter que seguir leis diferentes e às autoridades superiores no comando, que afetam o curso da justiça", relata.
Cinema
Além das séries, o ator de 50 anos também está em The Fox Sisters, filme dirigido por Wagner de Assis, da franquia Nosso Lar, que foi rodado entre Brasil e Estados Unidos. A história real do início do movimento espírita nos Estados Unidos estreia nesta quinta-feira (24/9) no Brasil. "Vivo Elias Capron, um fervoroso apoiador das irmãs Fox, ele é um crente veemente e patrono das irmãs. Gosto de trabalhar com sotaques, mas esse foi particularmente interessante, pois é de quase 200 anos atrás e meu personagem era de Boston — espero ter conseguido fazer jus a isso e capturar todos esses elementos", relata.
Ainda sobre projetos futuros, ele está no elenco de Viver de vento, filme sobre a vida do velejador Lars Grael, como um jornalista australiano entusiasmado tentando criar uma conexão com a equipe brasileira de vela, mas acaba ficando muito estranho e desconfortável. Russell, que se mudou para o Brasil em 2009 e vive no Rio atualmente, destaca entre seus trabalhos mais marcantes, o filme A viagem de Pedro, protagonizado por Cauã Reymond, de 2022.
Diversão e Arte
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