
Julia Svacinna vem construindo uma trajetória cada vez mais consistente no audiovisual. Ao longo de 15 anos, a atriz de 21 que começou a trabalhar ainda criança acumula no currículo personagens em filmes, séries e produções de diferentes gêneros, além de experiências que ampliaram sua atuação para além das produções brasileiras.
Entre os trabalhos mais recentes está The Fox Sisters, em que interpreta Young Kate Fox. A produção marcou um novo desafio profissional para Julia, que atuou pela primeira vez em inglês em uma produção profissional, dividindo cenas com um elenco majoritariamente nativo no idioma. “Foi um desafio espetacular. Tive a oportunidade de interpretar em inglês profissionalmente pela primeira vez, ao lado de um elenco majoritariamente nativo do idioma. Acho que o maior desafio foi não me autosabotar”, conta.
Fique por dentro das notícias que importam para você!
No cinema, Julia também integra o elenco de Precisamos falar, suspense lançado recentemente, onde interpreta Valéria, filha dos personagens de Hermila Guedes e Emílio de Mello, e sobrinha dos personagens vividos por Marjorie Estiano e Alexandre Nero.
A atriz também esteve em Família pero no mucho, produção gravada na Argentina e lançada em 2025. Interpretando Mariana, Julia trabalhou ao lado de Leandro Hassum e teve contato com um elenco argentino durante as filmagens. O longa ainda alcançou o primeiro lugar entre os conteúdos mais assistidos da Netflix em seu período de destaque na plataforma.
"Leandro é um gênio da comédia. Eu sou uma pessoa risonha, mas normalmente quando estou em cena não tenho dificuldade de controlar o riso, com ele a cada take surgia um novo improviso e era realmente difícil de controlar o riso, tiveram dias que me lembro de sair com o abdômen doendo de tanto rir", diverte-se.
Outro destaque recente da carreira foi Fazendo meu filme, adaptação cinematográfica da obra literária de Paula Pimenta. Fã de livros e de adaptações para o cinema, Julia interpretou Nathalia e buscou levar para as telas características reconhecidas pelos leitores. “Como leitora e grande amante de adaptações cinematográficas, viver a Nathalia foi uma experiência única. Me empenhei muito para conseguir ser o mais fiel possível, com a minha atuação, à descrição dela nos livros”, comemora.
Início na infância
A relação da atriz com personagens de grande responsabilidade começou cedo. Em Se eu fechar os olhos agora, Julia interpretou Vera Lúcia, papel conquistado aos 12 anos. A produção contou com um elenco formado por nomes como Murilo Benício, Débora Falabella, Mariana Ximenes, Gabriel Braga Nunes, Jonas Bloch, Betty Faria e Antônio Fagundes, além de ter sido indicada ao Emmy Internacional. “Imagina passar em um teste aos 12 anos e se dar de cara com todos esses atores, sabendo que eles agora são seus colegas de trabalho? Eu fiquei em choque por um bom tempo”, relembra.
Já em O mecanismo, Julia viveu Beta, entre 2018 e 2019. Aos 13 anos, encarou o desafio de interpretar uma menina dentro do espectro autista e ainda contracenar com Selton Mello, que interpretava seu pai na produção. “Foi um dos meus maiores desafios até hoje. Fazer uma menina dentro do espectro autista aos 13 anos e sendo filha do Selton Mello era muita responsabilidade, mas eu não trocaria por nada. Essas experiências são sempre das mais engrandecedoras”, relembra.
Foi, porém, em Um tio quase perfeito que Julia viveu um dos personagens mais marcantes de sua formação. Como Patrícia, esteve nos três filmes da franquia, iniciada em 2017, quando tinha apenas 11 anos. “Foi a minha primeira protagonista, aos 11 anos, e acho que, na época, eu não tinha ideia do que isso significava. Tenho muito orgulho da Pat e ela para sempre vai ter um lugar especial no meu coração”, recorda. A personagem também marcou o início de uma experiência profissional ao lado de nomes como Marcus Majella, Ana Lúcia Torre, Letícia Isnard e Danton Mello.
"É engraçado olhar para trás e ver como eu estive fazendo o que eu mais amo praticamente a vida toda. Fico muito feliz de ter tido a oportunidade de escolher a minha profissão e me apaixonar pelo meu oficio ainda tão jovem e com isso aos 21 já ter uma carreira com muitos projetos do qual me orgulho. Olhar para trás nessa trajetória de quase 15 anos me faz sentir muita felicidade e orgulho do que fiz e esperança com o que o futuro ainda pode trazer", conclui a atriz.
Saiba Mais
Início na infância
A relação da atriz com personagens de grande responsabilidade começou cedo. Em "Se eu fechar os olhos agora", Julia interpretou Vera Lúcia, papel conquistado aos 12 anos. A produção contou com um elenco formado por nomes como Murilo Benício, Débora Falabella, Mariana Ximenes, Gabriel Braga Nunes, Jonas Bloch, Betty Faria e Antônio Fagundes, além de ter sido indicada ao Emmy Internacional. "Imagina passar em um teste aos 12 anos e se dar de cara com todos esses atores, sabendo que eles agora são seus colegas de trabalho? Eu fiquei em choque por um bom tempo", relembra.
Já em "O mecanismo", Julia viveu Beta, entre 2018 e 2019. Aos 13 anos, encarou o desafio de interpretar uma menina dentro do espectro autista e ainda contracenar com Selton Mello, que interpretava seu pai na produção. "Foi um dos meus maiores desafios até hoje. Fazer uma menina dentro do espectro autista aos 13 anos e sendo filha do Selton Mello era muita responsabilidade, mas eu não trocaria por nada. Essas experiências são sempre das mais engrandecedoras", relembra.
Foi, porém, em "Um tio quase perfeito" que Julia viveu um dos personagens mais marcantes de sua formação. Como Patrícia, esteve nos três filmes da franquia, iniciada em 2017, quando tinha apenas 11 anos. "Foi a minha primeira protagonista, aos 11 anos, e acho que, na época, eu não tinha ideia do que isso significava. Tenho muito orgulho da Pat e ela para sempre vai ter um lugar especial no meu coração", recorda. A personagem também marcou o início de uma experiência profissional ao lado de nomes como Marcus Majella, Ana Lúcia Torre, Letícia Isnard e Danton Mello.
"É engraçado olhar para trás e ver como eu estive fazendo o que eu mais amo praticamente a vida toda. Fico muito feliz de ter tido a oportunidade de escolher a minha profissão e me apaixonar pelo meu oficio ainda tão jovem e com isso aos 21 já ter uma carreira com muitos projetos do qual me orgulho. Olhar para trás nessa trajetória de quase 15 anos me faz sentir muita felicidade e orgulho do que fiz e esperança com o que o futuro ainda pode trazer", conclui a atriz.
Diversão e Arte
Diversão e Arte
Diversão e Arte
Diversão e Arte