Após emendar as novelas Mar do sertão (2022), Família é tudo (2024) e Coração acelerado (2026), na TV Globo, e Dona Beja, na HBO Max, Gabriel Godoy tem sua volta ao audiovisual garantida em dois produtos: a sitcom Volte sempre, do Multishow/ Globoplay, e Amor da minha vida, da Disney+.
Exibida de segunda a sexta, às 22h30, Volte sempre conta com esquetes rápidas, bordões marcantes e personagens que todo mundo reconhece do dia a dia, propondo um olhar irreverente sobre as relações dentro de um estúdio de tatuagem, salão de beleza, loja de roupas, minimercado e outros comércios típicos, mergulhando no universo vibrante do empreendedorismo popular brasileiro.
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Godoy vive Carlinhos Tattoo, um tatuador que vira psicólogo. "Como sou uma pessoa que ama o universo da terapia — faço terapia há muitos anos —, acho que é um cenário que dá para fazer muita comédia", diverte-se o ator, que está no elenco desde a primeira temporada.
Já em Amor da minha vida, que também chega à segunda temporada, o paulistano de 42 anos entra como reforço. A série gira em torno de Bia (Bruna Marquezine) e Victor (Sérgio Malheiros). Os dois são melhores amigos que compartilham segredos e confidências, e o enredo explora as desilusões amorosas de ambos. "É uma série pela qual eu fiquei muito apaixonado na primeira temporada, como fã, e quando soube que faria a segunda, fiquei muito feliz", comemora o ator, que integra o núcleo de Malheiros e fará par romântico com da Rayssa Bratillieri.
"Eu entro para bagunçar a trama dos dois. Faço o Davi, que é um pai viúvo de duas meninas, e ela se apaixona por esse cara mais maduro, que tem muita clareza do que quer", relata.
Retorno aos palcos
Além do audiovisual, Gabriel Godoy celebra o retorno ao teatro, após mais de uma década. O novo projeto conta com Ingrid Guimarães e Daniel Infante, com direção de Bruno Guida, e, inicialmente, chama-se O jogo duro do amor. A peça deve estrear em novembro, em São Paulo.
Para ele, esse resgate está sendo muito especial porque começou como ator de teatro. "Foi onde minha carreira começou. Estudei na Escola de Arte Dramática da USP, na Oficina de Atores de Antra Vesta. Meus primeiros empregos foram no teatro. Trabalhei muito com teatro infantil, com a Cíntia Abravanel, no Teatro Imprensa, que era do Grupo Silvio Santos. Fiquei anos trabalhando lá, passei por alguns diretores de São Paulo no teatro e, de repente, migrei para o audiovisual. E, até hoje, eu não sei explicar direito o que aconteceu, porque fui me afastando do teatro. Mesmo sendo um grande consumidor, pois nunca deixei de ir ao teatro, eu parei de atuar como ator. Então, esse resgate, depois de mais de 10 anos, está sendo muito especial", conclui.
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