COMBUSTÍVEIS

Preço do etanol sobe em 14 Estados e no DF e cai em 10, afirma ANP

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média subiu 1,79%, de R$ 3,93 para R$ 3,97

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,75 o litro, em São Paulo -  (crédito: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,75 o litro, em São Paulo - (crédito: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
postado em 21/02/2024 11:40 / atualizado em 21/02/2024 11:40

Os preços médios do etanol hidratado na semana passada subiram em 14 Estados e no Distrito Federal, caíram em 10 e ficaram estáveis somente no Amapá e em Sergipe. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 0,85%, de R$ 3,55 o litro na semana anterior para R$ 3,58 o litro.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média subiu 1,79%, de R$ 3,93 para R$ 3,97. A maior queda porcentual na semana, de 5,18%, foi registrada no Amazonas, onde o litro passou de R$ 4,25 para R$ 4,03. A maior alta porcentual ocorreu no Ceará, de 7,80%, com o litro subindo de R$ 4,23 para R$ 4,56.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,75 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 5,99, foi registrado no Rio Grande do Sul. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,19, foi observado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi registrado em Amapá, de R$ 5,19 o litro.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País subiu 4,68%. A maior alta no período, de 12,44%, foi registrada no Rio Grande do Norte. A maior queda no mês foi observada em Rondônia, de -1,43%.

Competitividade

O etanol está mais competitivo em relação à gasolina em 14 Estados e no Distrito Federal na semana passada. No período, na média dos postos pesquisados no País o etanol tinha paridade de 62,15% ante a gasolina, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo. Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

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