IPCA

Inflação fecha 2025 em 4,26%, dentro do teto da meta do CMN

Energia elétrica residencial lidera com maior impacto individual em 2025, enquanto alimentação desacelera

Energia elétrica residencial teve o maior efeito individual, com alta acumulada de 12,31% -  (crédito: Mercado Hoje)
Energia elétrica residencial teve o maior efeito individual, com alta acumulada de 12,31% - (crédito: Mercado Hoje)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no país, registrou alta de 0,33% em dezembro. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (9/1), o avanço levou a inflação acumulada de 2025 a 4,26%.

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Com esse resultado, o índice fechou o ano dentro do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, intervalo que permite variação entre 1,5% e 4,5%.

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O avanço da inflação no ano passado foi impulsionado principalmente pelo grupo habitação, que subiu 6,79%, ante 3,06% em 2024, registrando o maior impacto no índice anual. Entre todos os itens pesquisados, a energia elétrica residencial teve o maior efeito individual, com alta acumulada de 12,31%.

Alimentação 

O grupo alimentação e bebidas, com maior peso no índice, desacelerou de 7,69% em 2024 para 2,95% em 2025, puxado principalmente pela alimentação no domicílio, que caiu de 8,23% para 1,43%. 

Entre junho e novembro, o item registrou variação negativa por seis meses consecutivos, acumulando queda de 2,69%, enquanto nos demais meses a alta totalizou 4,23%.

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postado em 09/01/2026 09:49 / atualizado em 09/01/2026 09:57
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