AGRO

Safra de grãos deve atingir 342,7 milhões de toneladas em 2026, aponta IBGE

Produção de soja pode bater recorde histórico, apesar de recuo de 1,0% no total em relação a 2025

Arroz, milho e soja concentram 92,9% da estimativa total de produção e respondem por 87,5% da área a ser colhida -  (crédito:  Imagem de jestermaroc por Pixabay)
Arroz, milho e soja concentram 92,9% da estimativa total de produção e respondem por 87,5% da área a ser colhida - (crédito: Imagem de jestermaroc por Pixabay)

A estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2026 alcançou 342,7 milhões de toneladas, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (12/2) pelo IBGE. O volume representa queda de 1,0% em relação a 2025, quando a produção somou 346,1 milhões de toneladas, redução de 3,4 milhões de toneladas. Em relação a dezembro de 2025, houve alta de 0,8%, o equivalente a 2,8 milhões de toneladas.

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De acordo com o gerente do LSPA, Carlos Barradas, a produção se aproxima do recorde registrado no ano anterior, impulsionada pela soja. “A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas de 2026 está aproximando-se do recorde da safra de 2025, estando turbinada pela produção da soja, que é recorde da série histórica do IBGE. Até o momento, as condições climáticas estão beneficiando as lavouras da primeira safra”, afirmou.

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Arroz, milho e soja concentram 92,9% da estimativa total de produção e respondem por 87,5% da área a ser colhida. Em relação a 2025, a soja apresentou aumento de 3,9%, com estimativa de 172,5 milhões de toneladas, seguida pelo feijão, com alta de 0,9%. Houve recuos no algodão herbáceo em caroço (-11,0%), no arroz em casca (-7,9%), no milho (-5,6%), no sorgo (-13,9%) e no trigo (-1,0%).

Na área a ser colhida, a soja registra aumento de 0,5%. O milho apresenta crescimento de 2,2%, com alta de 9,3% no milho da primeira safra e de 0,5% no milho da segunda safra. O trigo, por sua vez, tem elevação de 0,9%.

Por outro lado, a área do algodão herbáceo recua 6,2%, a do arroz 5,9%, a do feijão 1,4% e a do sorgo 2,9%.

*Estagiário sob a supervisão de Andreia Castro

 

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postado em 12/02/2026 14:40 / atualizado em 12/02/2026 14:43
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