Caso Master

Alvo da PF, Previdência do Amapá investiu R$ 400 milhões no Banco Master

Investimento de alto risco está sob investigação por suspeita de gestão temerária e fraudulenta. Diretor da Amprev e dois membros do comitê de investimentos são alvos de mandados de busca e apreensão

A Previdência do Amapá investiu R$ 400 milhões em Letras Financeiras (LFs) do Banco Master, operação considerada de alto risco que expôs diretamente os investidores da instituição. O aporte está agora no centro de uma operação da Polícia Federal (PF), que cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em Macapá nesta sexta-feira (6/2).

Autorizada pela 4ª Vara da Justiça Federal, a investigação mira o diretor-presidente da Amprev (Amapá Previdência), Jocildo Silva Lemos, e dois membros do comitê de investimentos da entidade. 

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Segundo a apuração, os três teriam votado favoravelmente à aplicação desses recursos em três reuniões realizadas em julho de 2024.

Eles são suspeitos de crimes de gestão temerária e gestão fraudulenta, em um esquema que pode ter colocado em risco milhões do patrimônio previdenciário estadual, levantando dúvidas sobre a segurança e a transparência na gestão dos fundos públicos.

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