
O Brasil criou 85.888 empregos formais em abril deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (28/5) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No mês, foram registrados cerca de 2,2 milhões de contratações e 2,1 milhões de desligamentos, resultando no saldo positivo de vagas com carteira assinada.
Entre os grandes grupos de atividade econômica, três dos cinco setores analisados apresentaram crescimento na geração de empregos. O setor de serviços liderou a criação de vagas, com 69 mil novos postos, seguido pela construção civil, com 23 mil, e pela indústria, que abriu 9 mil vagas. Já o comércio registrou queda de 8 mil postos, enquanto a agropecuária também apresentou saldo negativo de 8 mil vagas.
No recorte regional, 24 das 27 unidades da Federação tiveram desempenho positivo. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais se destacaram entre os estados com maior geração de empregos no período. Em contrapartida, Alagoas, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte registraram saldo negativo.
Os dados do Caged consideram apenas empregos formais, com carteira assinada, e não incluem trabalhadores informais. Por isso, os números não são diretamente comparáveis aos indicadores de desemprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que são calculados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

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