Após a eliminação do Botafogo para o Vasco nas quartas de final da Copa do Brasil, John Textor reconheceu seus erros na temporada e analisou o momento da equipe nesta reta final de 2025. Assim, em campo, o time ficou no empate por 1 a 1 no tempo normal, em pleno Nilton Santos, mas parou no goleiro Léo Jardim na disputa de pênaltis, por 5 a 3.
Dessa forma, das sete competições disputadas, o Glorioso acumula seus eliminações. Entre elas, vice da Recopa Sul-Americana, da Supercopa do Brasil, queda na primeira fase do Carioca, ficando fora inclusive da Taça Rio, nas oitavas de final da Libertadores e da Copa do Mundo de Clubes.
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“Primeiro: eu vou contar essa história olhando o espelho. Não vou sofrer tanto assim. Esse é um trabalho difícil se você passar o tempo repensando o que fez. Tenho uma lista de 20 coisas que eu fiz errado, que nós fizemos errado. Fácil, certo? Nós saímos da Libertadores precocemente, fomos eliminados da Copa do Brasil. Fracassamos nos nossos principais objetivos de títulos de copas. Mas ainda temos muita coisa para jogar este ano. Esses caras têm orgulho. Vamos dar aos torcedores algo de bom este ano. Não vou dar uma lista de todos os meus erros. Ou ficaríamos aqui a noite toda”, afirmou.
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Erros em profusão
Ao longo da temporada, o norte-americano demorou a escolher o sucessor de Artur Jorge, que deixou a equipe depois da brilhante temporada de 2024. Nesse sentido, a contratação de Renato Paiva aconteceu somente no dia 27 de fevereiro, dois meses depois.
Além disso, optou por demitir o português logo depois da campanha no Mundial de Clubes, nos Estados Unidos. Vale lembrar que o time surpreendeu o mundo ao derrotar o Paris Saint-Germain, mas ficou pelo caminho diante do Palmeiras. A escolha, então, foi por Davide Ancelotti, filho do técnico da Seleção Brasileira, que nunca treinou uma equipe sozinho, apesar da experiência no futebol.
Por fim, tudo aconteceu neste segundo semestre em meio à instabilidade administrativa com o imbróglio entre Textor e os sócios da Eagle Holding, empresa criada para gerir os clubes da saudade.
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