Luto

Ídolo do Brasília Basquete, ex-ala Arthur lamenta morte de Oscar Schmidt

Multicampeão pelo time candango, ex-jogador destaca o legado do maior nome da história do basquete brasileiro, morto nesta sexta-feira (17/4), aos 68 anos, em São Paulo

Uma das principais referências do passado vitorioso do Brasília Basquete, o ex-ala Arthur se uniu ao sentimento de luto pela morte de Oscar Schmidt. Considerado o maior nome da história da modalidade no país, o Mão Santa morreu na tarde desta sexta-feira (17/4), aos 68 anos, no Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP).

Presente em todas as conquistas nacionais e internacionais do Brasília Basquete, Arthur destacou, em contato com a reportagem do Correio, o impacto de Oscar na consolidação do basquete brasileiro como referência internacional. O ex-jogador ressaltou a dimensão histórica do ídolo e a influência direta sobre diferentes gerações da modalidade.

Matheus Maranhão/@mmaranhaofoto - Aos 40 anos, o ala Arthur Belchior anunciou aposentadoria do basquete. Foram 15 temporadas de NBB — sendo 13 por Brasília; 5.161 pontos; 1.531 assistências; dois Campeonatos Brasileiros; e três títulos do Novo Basquete Brasil; cinco torneios Sul-Americanos; e uma Liga das Américas.

“Muito triste com a notícia. Eu sabia que ele estava internado, mas não imaginava que o quadro fosse tão grave. Trata-se de um atleta que marcou gerações, um nome grandioso, um verdadeiro ícone do esporte. Sempre demonstrou enorme paixão pelo basquete e orgulho em representar a Seleção Brasileira. Sua partida deixa uma lacuna profunda e uma perda imensurável para o basquete, tanto no Brasil quanto no mundo", lamentou. Nas redes sociais, Arthur compartilhou a mensagem de luto publicada pelo perfil oficial do Novo Basquete Brasil (NBB), a elite da modalidade no país.

A trajetória de Oscar Schmidt atravessou décadas e colocou o basquete brasileiro em evidência no cenário mundial. Dono de recordes relevantes e protagonista em competições internacionais, o ex-atleta construiu uma carreira marcada por longevidade, pontuação elevada e forte identificação com a Seleção Brasileira. A relação entre gerações evidencia o tamanho do legado deixado pelo Mão Santa, responsável por inspirar atletas em diferentes períodos do basquete nacional.

*Estagiário sob a supervisão de Danilo Queiroz

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