Morreu aos 100 anos, nesta nesta segunda-feira (4/5) o ex-piloto de Fórmula 1 Hermano da Silva Ramos, que era conhecido como Nano e competiu pelo Brasil na modalidade entre 1955 e 1956. Nano era o ex-piloto da F1 mais velho vivo, até então.
Nano morava em Biarritz, na França. Com um quadro de pneumonia, precisou ser internado no domingo (3/5) e acabou não resistindo. Apesar de ter corrido pelo Brasil por um tempo, o ex-piloto nasceu na França, em dezembro de 1925, e só se mudou para cá aos 21 anos, mesma época que estreou no automobilismo.
O ícone do automobilismo era filho de mãe francesa e pai brasileiro. Alguns anos depois de se mudar para os trópicos, Nano retornou à Europa para competir em diversas corridas, tendo participado inclusive da famosa 24 Horas de Le Mans, uma das mais famosas provas de automobilismo do mundo.
O maior momento de destaque na carreira de Nano ocorreu quando o piloto terminou em quinto no GP de Mônaco de 1956, depois de ter largado no 14º lugar. O feito fez com que Nano fosse o maior pontuador do país na história da F1 até 1970, quando o piloto Emerson Fittipaldi quebrou o recorde.
Ao longo da carreira, Nano pilotou carros de montadoras famosas e prestigiadas no mundo automotivo, como Ferrari, Maserati, Jaguar, Lotus e Porsche. A lenda do automobilismo brasileiro fez a última corrida no Rio de Janeiro, em uma prova na Barra da Tijuca, aos 35 anos.
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